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Exército Sírio é atacado a partir de área ocupada por EUA e FDS

Tropas do Exército Árabe Sírio que participam de uma ofensiva contra terroristas em Deir ez-Zor foram alvo de ataques lançados a partir de uma área dominada por militantes das Forças Democráticas da Síria (FDS) e unidades especiais das Forças Armadas americanas, conforme revelou o Ministério da Defesa da Rússia nesta terça-feira.
Sputnik

"No último dia, grupos de assalto das tropas governamentais sírias, com apoio da Força Aeroespacial russa, cruzaram o Eufrates e continuaram a expandir a cabeça de ponte capturada a leste de Deir ez-Zor, apesar da dura resistência dos militantes do Daesh", afirmou o porta-voz da Defesa russa, major-general Igor Konashenkov, destacando o avanço das forças de Damasco. 


Segundo o militar, as tropas leais ao presidente Bashar Assad conseguiram liberar uma área de 60 quilômetros quadrados na zona oriental, mas encontraram obstáculos.

"De acordo com relatos de comandantes sírios na linha de frente, o Exército Sírio sofre contra-ataques mais seve…

'Washington pode tomar medidas sem precedentes na Síria'

Especialista explica a razão que está por trás da decisão dos EUA (e as possíveis consequências) de concentrar forças perto da base da síria de Shayrat.


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De acordo com a CNN, navios e aeronaves das Forças Armadas dos Estados Unidos estão sendo colocados em posições de ataque para realizar um possível ataque contra a base aérea síria de Shayrat.


Nesta imagem fornecida pela Marinha dos Estados Unidos, o destrutor de mísseis guiados USS Porter (DDG 78) lança um míssil de ataque de terra tomahawk no Mar Mediterrâneo, sexta-feira, 7 de abril de 2017.
Lançamento de um míssil Tomahawk pela US NAVY © AP Photo/ Ford Williams/U.S. Navy

Em comentário para o serviço russo da Rádio Sputnik, o professor Alekandr Gusev, doutor em Ciências Políticas e diretor do Instituto de Planejamento Estratégico da Rússia, ressaltou que, em tais circunstâncias, há uma grande probabilidade de novas provocações.

"Nesta situação, os norte-americanos podem tomar medidas sem precedentes e começar a atacar Shayrat com seus mísseis Tomahawk. Isso poderia levar a uma grave escalada do conflito na Síria", considerou o especialista.

Gusev lembrou o ataque levado a cabo pelos EUA em 7 de abril. Naquela ocasião, as forças norte-americanas lançaram 59 mísseis de cruzeiro Tomahawk, a partir de navios de guerra posicionados no Mediterrâneo, contra a base aérea de Shayrat, na província síria de Homs. O ataque foi uma retaliação pelo suposto uso de substâncias tóxicas em Idlib de que Washington culpou Damasco.

"Eu acho que é absolutamente claro, mesmo para os americanos, que [o presidente sírio] Bashar Assad não usou armas químicas. É claro que [o ataque dos EUA] se tratou de uma provocação. Tal situação pode se repetir agora", afirmou o professor.

Atualmente, no mar Mediterrâneo se encontram o porta-aviões USS George H. W. Bush, dois destróiers e dois cruzadores equipados com mísseis de cruzeiro Tomahawk. Além disso, um potencial ataque pode envolver dezenas de aviões da Força Aérea norte-americana, implantada nesta região do Mediterrâneo.



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