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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

'Washington pode tomar medidas sem precedentes na Síria'

Especialista explica a razão que está por trás da decisão dos EUA (e as possíveis consequências) de concentrar forças perto da base da síria de Shayrat.


Sputnik

De acordo com a CNN, navios e aeronaves das Forças Armadas dos Estados Unidos estão sendo colocados em posições de ataque para realizar um possível ataque contra a base aérea síria de Shayrat.


Nesta imagem fornecida pela Marinha dos Estados Unidos, o destrutor de mísseis guiados USS Porter (DDG 78) lança um míssil de ataque de terra tomahawk no Mar Mediterrâneo, sexta-feira, 7 de abril de 2017.
Lançamento de um míssil Tomahawk pela US NAVY © AP Photo/ Ford Williams/U.S. Navy

Em comentário para o serviço russo da Rádio Sputnik, o professor Alekandr Gusev, doutor em Ciências Políticas e diretor do Instituto de Planejamento Estratégico da Rússia, ressaltou que, em tais circunstâncias, há uma grande probabilidade de novas provocações.

"Nesta situação, os norte-americanos podem tomar medidas sem precedentes e começar a atacar Shayrat com seus mísseis Tomahawk. Isso poderia levar a uma grave escalada do conflito na Síria", considerou o especialista.

Gusev lembrou o ataque levado a cabo pelos EUA em 7 de abril. Naquela ocasião, as forças norte-americanas lançaram 59 mísseis de cruzeiro Tomahawk, a partir de navios de guerra posicionados no Mediterrâneo, contra a base aérea de Shayrat, na província síria de Homs. O ataque foi uma retaliação pelo suposto uso de substâncias tóxicas em Idlib de que Washington culpou Damasco.

"Eu acho que é absolutamente claro, mesmo para os americanos, que [o presidente sírio] Bashar Assad não usou armas químicas. É claro que [o ataque dos EUA] se tratou de uma provocação. Tal situação pode se repetir agora", afirmou o professor.

Atualmente, no mar Mediterrâneo se encontram o porta-aviões USS George H. W. Bush, dois destróiers e dois cruzadores equipados com mísseis de cruzeiro Tomahawk. Além disso, um potencial ataque pode envolver dezenas de aviões da Força Aérea norte-americana, implantada nesta região do Mediterrâneo.



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