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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

14 minutos é tempo suficiente para Coreia do Norte atacar território dos EUA

Os mísseis norte-coreanos podem atingir a ilha estadunidense de Guam em 14 minutos.


Sputnik

Caso seja realizado lançamento de mísseis a partir do território norte-coreano, a população de Guam será imediatamente informada através de 15 sistemas de aviso, localizados por toda a ilha, a edição The USA Todaycita as palavras da chefe da administração local de segurança nacional, Jenna Gaminde. 


Míssil exibido durante desfile militar na Coreia do Norte
Desfile militar na Coreia do Norte © REUTERS/ James Pearson

"Nossa administração receberá a notificação dos militares e usaremos todos os meios da mídia para que essa informação se torne pública. Se ouvirem sirenes, liguem os meios de informação em massa locais para receber as próximas instruções", declarou.

Além disso, a edição escreve que as autoridades locais não alteraram o nível de periculosidade na ilha e que todas as operações continuam sendo realizadas em regime normal.

O governador da ilha, Eddie Calvo, afirmou que Guam está "habituada" a ser o centro das atenções devido à presença militar. "É preciso entender que Guam continua a ser a mesma há décadas: um território dos Estados Unidos e um importante ponto estratégico em uma região muito dinâmica", disse o governador.

Aumentando ainda mais as tensões com os Estados Unidos, o regime da Coreia do Norte anunciou nesta semana um plano para atacar a ilha de Guam, na Micronésia, onde os Estados Unidos mantêm bases estratégicas de sua Marinha e Força Aérea. Em resposta, a Coreia do Sul, que, assim como o Japão, teme as consequências de um conflito na região, endureceu o discurso e ameaçou retaliar Pyongyang caso o governo de Kim Jong-un insista na ideia de atacar territórios dos EUA.
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