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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

14 minutos é tempo suficiente para Coreia do Norte atacar território dos EUA

Os mísseis norte-coreanos podem atingir a ilha estadunidense de Guam em 14 minutos.


Sputnik

Caso seja realizado lançamento de mísseis a partir do território norte-coreano, a população de Guam será imediatamente informada através de 15 sistemas de aviso, localizados por toda a ilha, a edição The USA Todaycita as palavras da chefe da administração local de segurança nacional, Jenna Gaminde. 


Míssil exibido durante desfile militar na Coreia do Norte
Desfile militar na Coreia do Norte © REUTERS/ James Pearson

"Nossa administração receberá a notificação dos militares e usaremos todos os meios da mídia para que essa informação se torne pública. Se ouvirem sirenes, liguem os meios de informação em massa locais para receber as próximas instruções", declarou.

Além disso, a edição escreve que as autoridades locais não alteraram o nível de periculosidade na ilha e que todas as operações continuam sendo realizadas em regime normal.

O governador da ilha, Eddie Calvo, afirmou que Guam está "habituada" a ser o centro das atenções devido à presença militar. "É preciso entender que Guam continua a ser a mesma há décadas: um território dos Estados Unidos e um importante ponto estratégico em uma região muito dinâmica", disse o governador.

Aumentando ainda mais as tensões com os Estados Unidos, o regime da Coreia do Norte anunciou nesta semana um plano para atacar a ilha de Guam, na Micronésia, onde os Estados Unidos mantêm bases estratégicas de sua Marinha e Força Aérea. Em resposta, a Coreia do Sul, que, assim como o Japão, teme as consequências de um conflito na região, endureceu o discurso e ameaçou retaliar Pyongyang caso o governo de Kim Jong-un insista na ideia de atacar territórios dos EUA.
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