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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Assad anuncia 'fracasso do plano ocidental' na Síria e agradece à Rússia

O presidente sírio Bashar Assad afirmou que o "projeto do Ocidente" em relação a seu país fracassou e agradeceu à Rússia e ao Irã pelo apoio no combate contra os terroristas.


Sputnik

Assad fez um discurso no congresso de diplomatas em Damasco que foi transmitido ao vivo pela televisão nacional síria.


O presidente sírio Bashar Assad durante um discurso em frente dos diplomatas, em 20 de agosto de 2017
Presidente sírio Bashar Assad © AP Photo/ Página do Facebook da Presidência da Síria

"Pagamos um alto preço nesta guerra, mas em troca do fracasso do projeto ocidental na Síria e no mundo", assegurou o líder do país.

De acordo com Assad, o projeto consistiu em manipular a Síria através da chegada ao poder da organização islâmica radical Irmandade Muçulmana.

O presidente frisou, contudo, que "a batalha continua" e agradeceu à Rússia, ao Irã e ao grupo libanês Hezbollah pela assistência na luta contra o terrorismo.

"A Rússia nunca parou de apoiar o exército sírio com tudo o necessário para realizar a missão de combate ao terrorismo, e depois passou a enviar a Força Aeroespacial para participar do combate diretamente, sacrificando vidas na terra síria", confessou.

O conflito armado na Síria se arrasta desde março de 2011. Pelos dados da ONU, a guerra já levou a vida a mais de 220 mil pessoas.


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