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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Ativistas afirmam que EI tem armas químicas na cidade síria de Raqqa

EFE

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) possui armas químicas na cidade síria de Raqqa, considerada a capital do califado proclamado pelos radicais, afirmou nesta terça-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.


Imagem de membros da força de coalizão em Al Raqqa. EFE/STR
Imagem de membros da força de coalizão em Al Raqqa. EFE/STR

A ONG, que citou "fontes de confiança", apontou que o EI tem esse armamento nas zonas sob seu controle na cidade e expressou seu temor de que o grupo as utilize, já que dezenas de milhares de civis permanecem na localidade.

O Observatório não deu detalhes sobre o tipo ou a quantidade de armas químicas em poder dos extremistas.

No último dia 6 de junho, as Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas, iniciaram uma ofensiva em Raqqa, com o apoio da coalizão internacional comandada pelos Estados Unidos, que por sua vez enviaram efetivos especiais sobre o terreno.

Os combates entre as FSD e o EI se concentraram hoje no sul da localidade e no seu centro histórico.

A ONU calcula que permaneceram na cidade entre 20.000 e 50.000 civis, de uma população inicial de mais de 200.000 pessoas.



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