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Diferentes e parecidos: em que aspectos F-16 e MiG-29 se desafiam

Famoso, leve, universal e ainda relevante: há 40 anos, em 15 de agosto de 1978, a Força Aérea dos EUA adotou em serviço um caça multifuncional de quarta geração – o F-16.
Sputnik

No total, até 2018, mais de 4.500 aeronaves desse tipo foram construídas. Por sua produção em massa o "falcão de ataque", como os pilotos batizaram respeitosamente a aeronave, é um recorde mundial absoluto entre os caças leves. E por suas capacidades de voo e combate o F-16 figura ao mesmo nível dos principais concorrentes – os caças soviéticos e russos MiG-29.

Nesta matéria, a Sputnik apresenta as semelhanças e diferenças entre esses projetos, implementados quase simultaneamente.

Pequeno e armado

Na década de 1970, antes da introdução do caça pesado F-15 Eagle, a Força Aérea dos EUA percebeu que necessitava de um aparelho mais barato, simples e tecnologicamente avançado – um caça tático leve para obter superioridade aérea local. Cinco empresas norte-americanas apresentaram seus projetos. O Pentágono con…

Autoridades de Okinawa protestam contra voos dos EUA depois de acidente letal

As autoridades da prefeitura japonesa de Okinawa, onde estão localizadas bases militares dos EUA, declararam suas objeções à continuação dos voos de convertiplanos MV-22 Osprey, depois do acidente letal que há pouco aconteceu, relata a mídia local na terça-feira (8).


Sputnik

Em 5 de agosto a imprensa noticiou a queda de uma aeronave Osprey na costa leste da Austrália. O Departamento da Defesa anunciou na segunda-feira (7) que 3 militares norte-americanos morreram em resultado do acidente.


Protesto de habitantes de Okinawa em frente da base em Nago, Japão, junho de 2016
Protesto de cidadãos de Okinawa contra base militar dos EUA © AFP 2017/ TORU YAMANAKA

O vice-governador de Okinawa, Moritake Tomikawa, se encontrou com o comandante das forças dos EUA em Okinawa, o tenente-general Lawrence Nicholson, e expressou seu descontentamento por os EUA não cessarem os voos de aeronaves Osprey apesar das demandas repetidas das autoridades locais e dos residentes, relata a emissora NHK.

O responsável militar dos EUA respondeu que os Ospreys são usados por todo o mundo e que Washington não tem planos de desmantelar estas aeronaves, de acordo com a emissora.

Apesar de o vice-governador de Okinawa ter pedido aos EUA para se absterem de usar os Ospreys pelo menos até o fim da investigação do acidente ocorrido, a emissora revelou que os voos continuam na região da base norte-americana de Futenma, na mesma prefeitura.

Segundo os dados fornecidos à Sputnik pela administração da prefeitura, em Okinawa estão 25.800 militares norte-americanos e 19.000 membros de suas famílias e civis dos EUA. Lá se encontram concentradas 70% de todas as estruturas militares dos EUA no Japão, embora Okinawa represente só 1% do território japonês.

Além do incômodo psicológico causado pelo ruído das aeronaves, os habitantes de Okinawa se preocupam com a poluição ambiental e o aumento da criminalidade provocadas pela base aérea.


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