Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Chancelaria norte-coreana: não ameaçamos nenhum país exceto EUA

A Coreia do Norte não tem intenções de ameaçar outros países, além dos EUA, a menos que estes adiram às ações militares contra Pyongyang, informou a Reuters, citando o chanceler norte-coreano, Ri Yong-ho.


Sputnik

A afirmação foi feita à margem do Fórum Regional para Segurança da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) que está decorrendo em Manila, Filipinas.


Mísseis balísticos durante desfile na Coreia do Norte
Mísseis balísticos norte-coreanos em desfile © AP Photo/ Wong Maye-E

De acordo com o representante norte-coreano, os testes de mísseis realizados em julho demonstraram a todo o mundo que toda a parte continental dos EUA pode ser atingida por mísseis de Pyongyang.

O chefe da diplomacia norte-coreana afirmou que o país precisa ter a possibilidade de atacar os Estados Unidos com mísseis balísticos intercontinentais para prevenir uma possível invasão, escreve a Reuters.

O chanceler acrescentou que a Coreia do Norte jamais negociará seu programa nuclear, ou lançamentos de mísseis balísticos, que se baseiam na necessidade de segurança devido à ameaça nuclear proveniente dos EUA.

A agência não especifica se a declaração acima mencionada foi lida perante os participantes do fórum.

No sábado passado (5), o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma resolução que amplia as sanções contra a Coreia do Norte, inclusive contra indivíduos ligados aos programas de mísseis e nuclear de Pyongyang.

Neste julho, a Coreia do Norte realizou dois lançamentos de mísseis balísticos Hwasong-14. Segundo dados dos EUA, Japão e Coreia do Sul, os mísseis lançados são intercontinentais. Os militares da Rússia, por sua parte, consideram que os mísseis testados são de alcance intermediário. Pyongyang afirmou, de ambas das vezes, ter lançado mísseis balísticos intercontinentais.



Postar um comentário