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Única mulher a bordo do submarino argentino desaparecido é oficial pioneira

Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é a 'primeira submarinista' da Argentina. O ARA San Juan desapareceu com 44 tripulantes no Atlântico Sul.
G1

Única mulher no submarino militar argentino desaparecido com 44 tripulantes no Atlântico Sul, Eliana María Krawczyk, de 35 anos, é descrita pela imprensa local como primeira oficial submarinista do país e da América do Sul. Ela ocupa o cargo de chefe de armas do ARA San Juan, que perdeu contato com a terra na sexta-feira (17).

Eliana nasceu em Oberá, na província de Misiones, no nordeste da Argentina, e só conheceu o mar aos 21 anos de idade, destaca o perfil do jornal "Clarín". Após se formar no ensino médio, ela se matriculou na Universidade de Misiones para fazer faculdade de Engenharia Industrial.

Duas tragédias familiares levaram Eliana a desistir do curso: a morte de um irmão, em um acidente de trânsito, e a morte da mãe, em decorrência de um problema cardíaco.

Em um perfil publicado em 2015 na revista "Viva", que …

Chanceleres de Egito, Jordânia e Palestina publicam comunicado sobre Israel e Palestina

Os ministros de Relações Exteriores de Egito, Jordânia e Palestina publicaram um comunicado conjunto neste sábado (19) convocando a comunidade internacional a recomeçar negociações de paz entre Israel e Palestina, interrompidas em 2014.


Sputnik

"Os ministros das Relações Exteriores pedem à comunidade internacional que aumente os esforços para ajudar a criar um ambiente favorável e as condições necessárias para iniciar o processo de negociação [entre Palestina e Israel]", diz o comunicado, lido pelo chanceler egípcio, Sameh Shoukry.


Palestinos tentam remover parte da cerca israelense durante um protesto na Cisjordânia, em 30 de março
Palestinos junto a cerca israelense na Cisjordânia © REUTERS/ Mussa Qawasma

O texto ainda afirma que a falha em reconhecer os direitos dos palestinos é o motivo da crise na região. Além disso, o comunicado reconhece a importância dos EUA no processo de paz.

Os palestinos procuram reconhecimento diplomático para o seu estado nos territórios da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, parcialmente ocupada por Israel, juntamente com a Faixa de Gaza. O governo israelense se recusa a reconhecer a Palestina como uma entidade política e diplomática independente, estabelecendo assentamentos nas áreas ocupadas, apesar das objeções das Nações Unidas. As negociações diretas entre os dois países foram interrompidas em 2014, quando ocorreu o último conflito armado entre Israel e o Hamas.


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