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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

China sobre os passos rumo à piora da crise coreana: 'EUA realizaram tantos exercícios!'

A Coreia do Norte e outros países envolvidos na tensa situação política na península da Coreia devem "manter discrição" e "evitar pôr em prática ações que agravem as tensões", afirmou nesta terça-feira (29) a porta-voz da chancelaria da China, Hua Chunying.


Sputnik

Hua declarou que "o diálogo e as conversações pacíficas" são "a única maneira" de diminuir as tensões na península. Suas palavras contrastam com as do primeiro- ministro japonês, Shinzo Abe, que anteriormente declarou ter firmado acordo com Donald Trump para aumentar a pressão contra a Coreia do Norte, depois do lançamento de um míssil de Pyongyang que sobrevoou o arquipélago japonês. Abe solicitou também "uma reunião de urgência na ONU".


Hua Chunying, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China
Porta-voz da chancelaria da China, Hua Chunying © REUTERS/ Jason Lee

"EUA já realizaram tantos exercícios!", exclamou Hua antes de perguntar de uma maneira retórica se essas demonstrações de poder contribuíram para resolver a crise norte-coreana. Os exercícios militares, aos quais se referiu a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, são os exercícios anuais Ulchi-Freedom Guardian, que estão sendo realizados pelos EUA e pela Coreia do Sul – e que serão encerrados no dia 31 de agosto – na península.

Na semana passada, Moscou também expressou a mesma visão, quando a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova chamou a atenção de todas as partes envolvidas na crise da península da Coreia para reduzir suas atividades militares. "É essencial retomar o processo de negociação, mas primeiro é necessário reduzir a atividade militar na região", disse a diplomata.

O míssil balístico lançado pela Coreia do Norte na madrugada da terça-feira (29) teve um alcance de cerca de 2.700 quilômetros e atingiu 550 km de altitude. Partiu da região de Sunan, que fica perto de Pyongyang, às 05h57 (horário local), informaram os militares sul-coreanos.


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