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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Conflito militar na Coreia mesmo sem armas nucleares pode tornar Sul em deserto

Resolução da crise na Península da Coreia é do interesse de todos, declararam analistas geopolíticos à RT, anunciando os cenários possíveis de devastação da Coreia do Sul.


Sputnik

"Todos percebem que para a Coreia do Norte, se ela iniciar um ataque de agressão, o conflito militar vai significar a destruição completa e imediata […] Contudo, para os EUA as tentativas de resolução do problema de forma militar também vão provocar um ataque de retaliação norte-coreana que vai tornar a Coreia do Sul num deserto", comentou à RT o analista militar russo Georgy Toloraya.


Soldados sul-coreanos perto da zona desmilitarizada na fronteira com a Coreia do Norte
Soldados sul-coreanos na fronteira com a Coreia do Norte © AFP 2017/ JUNG YEON-JE

Enquanto a artilharia de Pyongyang pode alcançar Seul, o território inteiro da Coreia do Sul também se vai tornar "imprestável para a vida" porque os mísseis norte-coreanos, mesmo sem ogivas nucleares, podem atingir as instalações nucleares na Coreia do Sul, explicou ele.

"O Japão também vai sofrer danos, bem como as bases militares dos EUA que aí existem", acrescentou o analista.

De acordo com Georgy Toloraya, a crise só pode ter uma solução através da diplomacia e negociações.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.


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