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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Conflito militar na Coreia mesmo sem armas nucleares pode tornar Sul em deserto

Resolução da crise na Península da Coreia é do interesse de todos, declararam analistas geopolíticos à RT, anunciando os cenários possíveis de devastação da Coreia do Sul.


Sputnik

"Todos percebem que para a Coreia do Norte, se ela iniciar um ataque de agressão, o conflito militar vai significar a destruição completa e imediata […] Contudo, para os EUA as tentativas de resolução do problema de forma militar também vão provocar um ataque de retaliação norte-coreana que vai tornar a Coreia do Sul num deserto", comentou à RT o analista militar russo Georgy Toloraya.


Soldados sul-coreanos perto da zona desmilitarizada na fronteira com a Coreia do Norte
Soldados sul-coreanos na fronteira com a Coreia do Norte © AFP 2017/ JUNG YEON-JE

Enquanto a artilharia de Pyongyang pode alcançar Seul, o território inteiro da Coreia do Sul também se vai tornar "imprestável para a vida" porque os mísseis norte-coreanos, mesmo sem ogivas nucleares, podem atingir as instalações nucleares na Coreia do Sul, explicou ele.

"O Japão também vai sofrer danos, bem como as bases militares dos EUA que aí existem", acrescentou o analista.

De acordo com Georgy Toloraya, a crise só pode ter uma solução através da diplomacia e negociações.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.


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