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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Conflito militar na Coreia mesmo sem armas nucleares pode tornar Sul em deserto

Resolução da crise na Península da Coreia é do interesse de todos, declararam analistas geopolíticos à RT, anunciando os cenários possíveis de devastação da Coreia do Sul.


Sputnik

"Todos percebem que para a Coreia do Norte, se ela iniciar um ataque de agressão, o conflito militar vai significar a destruição completa e imediata […] Contudo, para os EUA as tentativas de resolução do problema de forma militar também vão provocar um ataque de retaliação norte-coreana que vai tornar a Coreia do Sul num deserto", comentou à RT o analista militar russo Georgy Toloraya.


Soldados sul-coreanos perto da zona desmilitarizada na fronteira com a Coreia do Norte
Soldados sul-coreanos na fronteira com a Coreia do Norte © AFP 2017/ JUNG YEON-JE

Enquanto a artilharia de Pyongyang pode alcançar Seul, o território inteiro da Coreia do Sul também se vai tornar "imprestável para a vida" porque os mísseis norte-coreanos, mesmo sem ogivas nucleares, podem atingir as instalações nucleares na Coreia do Sul, explicou ele.

"O Japão também vai sofrer danos, bem como as bases militares dos EUA que aí existem", acrescentou o analista.

De acordo com Georgy Toloraya, a crise só pode ter uma solução através da diplomacia e negociações.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.


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