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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Coreia do Norte pode ter obtido motores de mísseis da Ucrânia

É possível que a Coreia do Norte tenha recebido através do mercado negro motores de mísseis produzidos pela fábrica ucraniana Yuzhmash, informa o jornal The New York Times citando dados secretos da inteligência norte-americana e a investigação do especialista do International Institute for Strategic Studies, Michael Elleman.


Sputnik

Ao analisar as fotografias em que o líder norte-coreano Kim Jong-un está examinando novos motores de mísseis, os especialistas chegaram à conclusão que sua aparência lembra os da época soviética. Atualmente, só há algumas fábricas que as podem produzir e estas se localizam no território da antiga União Soviética, escreva o jornal.


O líder norte-coreano, Kim Jong-un, observando teste de míssil Hwasong-14
Kim Jong-un observa teste do míssil Hwasong-14 © REUTERS/ KCNA

Segundo opinam os especialistas, a fábrica ucraniana Yuzhmash é "a origem mais provável dos motores" dos mísseis balísticos intercontinentais testados pela Coreia do Norte em julho. No entanto, hoje os analistas não possuem dados certos sobre quem poderia ter vendido as tecnologias de mísseis à Coreia do Norte.

"É muito provável que esses motores tenham sido trazidos da Ucrânia", declarou Elleman.

Não obstante, ele destacou que "quantos são e se os ucranianos os ajudam — é uma grande questão".

Pyongyang realizou, desde o começo deste ano, 11 testes de mísseis balísticos, inclusive lançamentos de supostos mísseis intercontinentais capazes de alcançar a parte continental dos EUA.

Em 2016, a Coreia do Norte havia levado a cabo mais de 20 lançamentos semelhantes, para além do quarto e quinto testes nucleares, não obstante as proibições do Conselho de Segurança da ONU.

No sábado (6), o Conselho de Segurança da ONU aprovou a ampliação das sanções contra Pyongyang. De acordo com previsões dos Estados Unidos, que apresentaram o projeto de resolução, se forem cumpridas por completo, as restrições permitirão reduzir em um terço o rendimento da Coreia do Norte, que totaliza atualmente cerca de três bilhões de dólares (R$ 9,4 bilhões).



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