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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Esquadrão Carajá transporta sete órgãos em quatro dias seguidos

Somente este ano, o Esquadrão transportou 50 órgãos em mais de 160 horas de voo


Tenente João Elias | Agência Força Aérea

O Esquadrão Carajá (4° ETA), localizado na Ala 13, em Guarulhos (SP), realizou três missões de Transporte de Órgãos Vitais nos últimos quatro dias. Foram três corações, um rim, um fígado, um pâncreas e um pulmão. 


Foto FAB

No domingo (20/08), um coração foi captado na Santa Casa de Ourinhos, no interior de São Paulo, com destino ao Hospital Albert Einstein, na capital. De acordo com o Comandante da aeronave C-97 Brasília, Tenente Osvaldo Peres Maslinkiewicz, ao ser acionado para uma missão como essa é necessário correr contra o tempo. "Ao finalizar a missão e retornar para casa, surge um sentimento de dever cumprido. Sinto-me honrado por saber que, graças à prontidão das nossas tripulações, alguém recebeu um coração novo, carregado nas asas do Esquadrão Carajá", ressaltou.

Já na segunda-feira (21/08), à noite, o Esquadrão foi acionado novamente e mais um coração foi transportado, dessa vez, no Sul do País. O órgão foi levado do Hospital Universitário Santa Terezinha, em Joaçaba (SC), para o Hospital Angelina Caron, em Curitiba (PR).

A Tenente Silvia Helena de Medeiros Dantas, copiloto da missão, participou do transporte de órgãos pela primeira vez. "Foi uma grande satisfação ver meu trabalho sendo útil para alguém. Transportar logo um coração, um órgão vital de tamanha importância, fez eu me sentir realmente útil à sociedade", disse.

Já nesta quinta-feira (24/08), foram transportados outros cinco órgãos: um coração, um rim, um fígado, um pâncreas e um pulmão. O trajeto foi de Toledo (PR) à capital paranaense - também no Hospital Angelina Caron

Entre as diversas missões cumpridas pelo esquadrão, o transporte de órgãos tem ocupado lugar de destaque. Somente este ano, 38 missões foram cumpridas pelas aeronaves C-95 Bandeirantes e C-97 Brasília, totalizando 50 órgãos transportados em mais de 160 horas de voo.

Segundo a Coordenadora da Organização de Procura de Órgãos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Campanha de Doação de Órgãos da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, Vanessa Ayres Carneiro Gonçalves, o Programa de Transplantes no Brasil vem crescendo ao longo dos anos, sendo hoje um dos mais importantes do mundo.

"A lista de espera de pacientes aguardando por um transplante é de 33.000 pessoas, por isso consideramos o apoio da FAB de suma importância. Existe urgência para o transplante de determinados órgãos, como é o caso do coração, e, sendo assim, o transporte proporcionado pela FAB evita a perda dos órgãos, aumentando o sucesso dos transplantes", declarou.


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