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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA e Coreia do Sul prometem responder ao lançamento do míssil por Pyongyang

Serão adotadas "o mais rápido possível" medidas bilaterais que expressarão a "forte vontade de responder" ao "belicismo norte-coreano".


Sputnik

A liderança militar dos EUA e da Coreia do Sul concordaram em tomar medidas para responder ao lançamento de um míssil balístico norte-coreano que sobrevoou o Japão na manhã desta terça-feira (29). As medidas não excluem ações militares.


Soldados das Forças dos Estados Unidos na Coreia (USFK) demonstram equipamento na base militar de Yongsan, em Seul. (Arquivo)
Soldados da Coreia do Sul e dos EUA em exercício © AFP 2017/ CHOI JAE-KU

Logo após o último teste balístico de Pyongyang, o presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, o general Joseph Dunford, contatou por telefone o seu homólogo sul-coreano Jeong Kyeong-doo.

Os dois generais decidiram "adotar o mais rápido possível medidas para demonstrar a forte vontade de resposta por parte dos países aliados, incluindo uma resposta militar, às provocações norte-coreanas", lê-se em um comunicado oficial divulgado pela agência Yonhap.

O míssil balístico lançado na manhã desta terça-feira teve um alcance de cerca de 2.700 quilômetros e atingiu uma altitude máxima de 550 quilômetros. Foi lançado da região de Sunan, perto de Pyongyang, informa o exército sul-coreano.

Jeong Kyeong-doo disse que este foi o 13º míssil balístico lançado neste ano pela Coreia do Norte, acrescentando que Pyongyang enfrentará uma "retaliação determinada" se persistir em suas ações belicistas, informou a Yonhap.

As Forças Armadas da Coreia do Sul estão em alerta máximo. Os militares sul-coreanos, juntamente com responsáveis dos EUA, estão analisando detalhadamente os dados desse novo incidente.


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