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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

EUA preparam tropas de reconhecimento ucranianas para operarem em Donbass

Os militares americanos terminaram o curso de preparação de um grupo de reconhecimento de artilharia ucraniano, informou a assessoria da Direção-Geral de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia.


Sputnik

Os militares deverão fazer parte de equipes móveis de instrutores encarregados de treinar os artilheiros que atuam em Donbass.


Fuzileiros navais dos EUA chegaram à Ucrânia para participar do treinamento das forças armadas
Fuzileiros navais dos EUA em exercício militar na Ucrânia © flickr.com/ U.S. Army Europe Images

Anteriormente, já havia sido divulgado que o contributo dos EUA na assistência técnico-material e na preparação dos militares ucranianos foi superior a $ 600 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhões) em três anos.

Washington está prestando ajuda militar à Ucrânia que oficialmente consiste do fornecimento de uniformes e equipamentos, não sendo fornecidas "armas letais". Além disso, os instrutores americanos estão treinando os militares da Guarda Nacional da Ucrânia.

Assim, os EUA já gastaram $ 22 milhões (cerca de R$ 69,6 milhões) com o equipamento do centro de treinamento das Forças Armadas da Ucrânia, localizado na região de Lvov, e planeja encaminhar mais $ 20 milhões para os centros de treinamento de tropas especiais.

Entretanto, Kiev vêm pedindo nos últimos três anos que os EUA forneçam armas letais. Em julho, o vice-presidente do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA Paul Selva afirmou que o Pentágono continua examinando essa possibilidade.


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