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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

EUA se recusam a negociar com Coreia do Norte e podem optar pela guerra

Rússia está tentando promover um encontro direto entre as lideranças dos EUA e da Coreia do Norte, na tentativa de solucionar a crise na região.


Sputnik

A informação foi divulgada pelo jornal russo Izvestia, que citou fontes no ministério das Relações Exteriores do país.


Exercícios Foal Eagle com militares de EUA e Coreia do Sul (arquivo)
Exercício militar entre tropas dos EUA e Coreia do Sul © AP Photo/ Lee Jin-man

Os interlocutores do jornal destacaram que os diplomatas norte-americanos, sob diversos pretextos, continuam a recusar o diálogo. Entre outros motivos citados, os EUA não querem uma negociação direta, "justificando isso com ausência de um regime democrático e desrespeito aos direitos humanos na Coreia do Norte".

A Coreia do Norte, entretanto, concorda que as tensões na região devem ser reduzidas, a começar por um diálogo entre Pyongyang e Washington, sem intermediários.

"Nós, assim como o outros representantes do 'sexteto' [EUA, Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha], tentamos há muito tempo organizar uma negociação direta entre os americanos e os norte-coreanos. Pyongyang insiste em realizar consultas sem intermediários. No entanto, agora a Coreia do Norte foi para um extremo, e os EUA para outro. Uns continuam a realizar testes nucleares, enquanto outros desenvolveram fixação por 'ausência de democracia e dos direitos humanos'", explicou a fonte na chancelaria de Moscou.

A Rússia teme que, na situação que se configurou, os norte-americanos podem acabar optando por uma solução militar para solucionar a crise na região.


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