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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

EUA se recusam a negociar com Coreia do Norte e podem optar pela guerra

Rússia está tentando promover um encontro direto entre as lideranças dos EUA e da Coreia do Norte, na tentativa de solucionar a crise na região.


Sputnik

A informação foi divulgada pelo jornal russo Izvestia, que citou fontes no ministério das Relações Exteriores do país.


Exercícios Foal Eagle com militares de EUA e Coreia do Sul (arquivo)
Exercício militar entre tropas dos EUA e Coreia do Sul © AP Photo/ Lee Jin-man

Os interlocutores do jornal destacaram que os diplomatas norte-americanos, sob diversos pretextos, continuam a recusar o diálogo. Entre outros motivos citados, os EUA não querem uma negociação direta, "justificando isso com ausência de um regime democrático e desrespeito aos direitos humanos na Coreia do Norte".

A Coreia do Norte, entretanto, concorda que as tensões na região devem ser reduzidas, a começar por um diálogo entre Pyongyang e Washington, sem intermediários.

"Nós, assim como o outros representantes do 'sexteto' [EUA, Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha], tentamos há muito tempo organizar uma negociação direta entre os americanos e os norte-coreanos. Pyongyang insiste em realizar consultas sem intermediários. No entanto, agora a Coreia do Norte foi para um extremo, e os EUA para outro. Uns continuam a realizar testes nucleares, enquanto outros desenvolveram fixação por 'ausência de democracia e dos direitos humanos'", explicou a fonte na chancelaria de Moscou.

A Rússia teme que, na situação que se configurou, os norte-americanos podem acabar optando por uma solução militar para solucionar a crise na região.


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