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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

EUA vão desenvolver míssil de cruzeiro capaz de levar ogiva nuclear

As empresas americanas Lockheed Martin e Raytheon irão desenvolver um novo míssil capaz de levar ogivas nucleares para bombardeiros de longo alcance, informou na quarta-feira a assessoria de imprensa da Força Aérea norte-americana.


Sputnik

Segundo informou assessoria de imprensa, os contratos iniciais serão de 900 milhões de dólares (2,8 bilhões R$) com um prazo de 54 meses. Depois disso, a Força Aérea dos EUA escolherá uma das duas empresas para produzir 1.000 mísseis deste tipo. Contudo, nem todos serão equipados com ogivas nucleares.


Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Bombardeiro estratégico norte-americano B-52 Stratofortress © REUTERS/ Tim Chong

"Esta arma nos permitirá modernizar a parte aérea da nossa tríade nuclear", declarou a secretária da Força Aérea dos EUA. Ela disse estar segura de que a "estratégia de contenção funciona em relação aos adversários dos EUA, que podem avaliar o grau de risco".

A secretária sublinhou também que esta arma ampliará as capacidades da Força Aérea dos EUA e será eficaz no ponto de vista de gastos.

Como informou agência Bloomberg, a empresa Boeing que estava elaborando o mesmo tipo de mísseis, desta vez não entrou na lista dos "finalistas". Os representantes da Boeing afirmam que estão decepcionados por a sua empresa não ter sido escolhida e que esperam "receber mais informações da Força Aérea dos EUA quanto à decisão tomada".


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