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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

EUA vão desenvolver míssil de cruzeiro capaz de levar ogiva nuclear

As empresas americanas Lockheed Martin e Raytheon irão desenvolver um novo míssil capaz de levar ogivas nucleares para bombardeiros de longo alcance, informou na quarta-feira a assessoria de imprensa da Força Aérea norte-americana.


Sputnik

Segundo informou assessoria de imprensa, os contratos iniciais serão de 900 milhões de dólares (2,8 bilhões R$) com um prazo de 54 meses. Depois disso, a Força Aérea dos EUA escolherá uma das duas empresas para produzir 1.000 mísseis deste tipo. Contudo, nem todos serão equipados com ogivas nucleares.


Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Bombardeiro estratégico norte-americano B-52 Stratofortress © REUTERS/ Tim Chong

"Esta arma nos permitirá modernizar a parte aérea da nossa tríade nuclear", declarou a secretária da Força Aérea dos EUA. Ela disse estar segura de que a "estratégia de contenção funciona em relação aos adversários dos EUA, que podem avaliar o grau de risco".

A secretária sublinhou também que esta arma ampliará as capacidades da Força Aérea dos EUA e será eficaz no ponto de vista de gastos.

Como informou agência Bloomberg, a empresa Boeing que estava elaborando o mesmo tipo de mísseis, desta vez não entrou na lista dos "finalistas". Os representantes da Boeing afirmam que estão decepcionados por a sua empresa não ter sido escolhida e que esperam "receber mais informações da Força Aérea dos EUA quanto à decisão tomada".


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