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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA vão desenvolver míssil de cruzeiro capaz de levar ogiva nuclear

As empresas americanas Lockheed Martin e Raytheon irão desenvolver um novo míssil capaz de levar ogivas nucleares para bombardeiros de longo alcance, informou na quarta-feira a assessoria de imprensa da Força Aérea norte-americana.


Sputnik

Segundo informou assessoria de imprensa, os contratos iniciais serão de 900 milhões de dólares (2,8 bilhões R$) com um prazo de 54 meses. Depois disso, a Força Aérea dos EUA escolherá uma das duas empresas para produzir 1.000 mísseis deste tipo. Contudo, nem todos serão equipados com ogivas nucleares.


Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA (foto de arquivo)
Bombardeiro estratégico norte-americano B-52 Stratofortress © REUTERS/ Tim Chong

"Esta arma nos permitirá modernizar a parte aérea da nossa tríade nuclear", declarou a secretária da Força Aérea dos EUA. Ela disse estar segura de que a "estratégia de contenção funciona em relação aos adversários dos EUA, que podem avaliar o grau de risco".

A secretária sublinhou também que esta arma ampliará as capacidades da Força Aérea dos EUA e será eficaz no ponto de vista de gastos.

Como informou agência Bloomberg, a empresa Boeing que estava elaborando o mesmo tipo de mísseis, desta vez não entrou na lista dos "finalistas". Os representantes da Boeing afirmam que estão decepcionados por a sua empresa não ter sido escolhida e que esperam "receber mais informações da Força Aérea dos EUA quanto à decisão tomada".


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