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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército sírio cerca o último bastião do Daesh em Homs

As tropas governamentais da Síria, apoiadas pelas forças dos aliados, cercaram o maior bastião do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) na província síria de Homs, informou à Sputnik uma fonte local.


Sputnik

"O exército e as forças dos aliados cercaram e estão apertando o cerco ao redor da cidade de Al-Sukhnah, mas ainda não entraram na cidade, combatendo nos arredores. A ofensiva continua", disse o interlocutor da agência.


Soldados do Exército governamental e milícias da Síria nos arredores de Al Qaryatayn, na província de Homs, Síria, 3 de abril de 2016
Tropas sírias em Homs © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

A cidade de Al-Sukhnah é o maior bastião do Daesh na província de Homs e o último posto avançado importante do Daesh no caminho do exército sírio à cidade sitiada de Deir ez-Zor.

Deir ez-Zor e o aeródromo militar a dois quilômetros da cidade estão completamente cercados pelos terroristas há mais de três anos. Alguns meses atrás, militantes do Daesh conseguiram cortar a comunicação entre as tropas governamentais na cidade e a base aérea.

Apesar dos ataques constantes efetuados pelo Daesh, que recorre a homens-bomba e carros-bomba, a guarnição de Deir ez-Zor continua mantendo as posições e até lança contra-ataques. Os habitantes da cidade, tanto civis como militares, recebem alimentos e munições apenas por via aérea. A situação na cidade é melhor do que na base aérea, pois a Deir ez-Zor conseguem chegar helicópteros que evacuam feridos e fornecem produtos de primeira necessidade.

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