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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Explosões são responsáveis por 40% dos feridos em Al Raqqa, diz MSF

EFE

As explosões de artefatos, os bombardeios e os disparos de artilharia são responsáveis por 40% dos feridos procedentes da cidade de Al Raqqa, no nordeste da Síria, que é alvo de uma ofensiva contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), disse nesta sexta-feira à Agência Efe um responsável da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF).


EFE/Sedat Suna
EFE/Sedat Suna

O coordenador do projeto da MSF em Al Raqqa, Robert Onus, também explicou por telefone que os disparos de armas de fogo são responsáveis por 35% de feridos, "muitos deles causados quando as vítimas tentavam fugir" da localidade.

Para o coordenador da MSF, o principal desafio para as equipes de saúde em Al Raqqa é ter acesso aos pacientes.

"Um dos desafios principais é ter acesso aos feridos e doentes, já que não podemos ter contato com os que estão dentro da cidade. Os pacientes, por sua vez, tampouco podem sair para ter acesso a nosso atendimento", destacou Onus.

A MSF é uma das poucas organizações médicas que prestam atendimento a feridos e doentes na província de Al Raqqa e em outras áreas do nordeste da Síria.

A ONG administra, em colaboração com as autoridades de saúde locais, as atividades de oito ambulâncias presentes em diversos pontos de Al Raqqa e oferece apoio a um posto medico avançado perto da cidade.

Nessa instalação, os pacientes são estabilizados antes de serem levados para os hospitais de Kobani, na província vizinha de Aleppo, e Tel Abiad, no norte da região de Al Raqqa.

Desde o dia 6 de junho, a localidade da Al Raqqa é alvo de uma ofensiva das Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas e apoiada pelos EUA, que querem expulsar o EI da cidade, considerada a capital do califado autoproclamado pelos extremistas em 2014.



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