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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Explosões são responsáveis por 40% dos feridos em Al Raqqa, diz MSF

EFE

As explosões de artefatos, os bombardeios e os disparos de artilharia são responsáveis por 40% dos feridos procedentes da cidade de Al Raqqa, no nordeste da Síria, que é alvo de uma ofensiva contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), disse nesta sexta-feira à Agência Efe um responsável da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF).


EFE/Sedat Suna
EFE/Sedat Suna

O coordenador do projeto da MSF em Al Raqqa, Robert Onus, também explicou por telefone que os disparos de armas de fogo são responsáveis por 35% de feridos, "muitos deles causados quando as vítimas tentavam fugir" da localidade.

Para o coordenador da MSF, o principal desafio para as equipes de saúde em Al Raqqa é ter acesso aos pacientes.

"Um dos desafios principais é ter acesso aos feridos e doentes, já que não podemos ter contato com os que estão dentro da cidade. Os pacientes, por sua vez, tampouco podem sair para ter acesso a nosso atendimento", destacou Onus.

A MSF é uma das poucas organizações médicas que prestam atendimento a feridos e doentes na província de Al Raqqa e em outras áreas do nordeste da Síria.

A ONG administra, em colaboração com as autoridades de saúde locais, as atividades de oito ambulâncias presentes em diversos pontos de Al Raqqa e oferece apoio a um posto medico avançado perto da cidade.

Nessa instalação, os pacientes são estabilizados antes de serem levados para os hospitais de Kobani, na província vizinha de Aleppo, e Tel Abiad, no norte da região de Al Raqqa.

Desde o dia 6 de junho, a localidade da Al Raqqa é alvo de uma ofensiva das Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas e apoiada pelos EUA, que querem expulsar o EI da cidade, considerada a capital do califado autoproclamado pelos extremistas em 2014.



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