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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Fim da presença americana em Okinawa? Ministro japonês quer rever acordo

O novo ministro do governo japonês para assuntos de Okinawa e "territórios do norte" – quatro ilhas russas (do arquipélago das ilhas Curilas) disputadas por Tóquio, Tetsuma Esaki, manifestou-se a favor da revisão dos acordos com os EUA quanto ao estatuto das tropas norte-americanas.


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"É necessário rever mais um pouco o acordo sobre estatuto das Forças [Armadas dos EUA]", a agência Kyodo cita as palavras do novo ministro.



Militares norte-americanos junto a caças F-22A Raptor da Força Aérea dos EUA na base militar estadunidense , na ilha de Okinawa, Japão
Militares norte-americanos com um F-22 Raptor ao fundo na base militar dos EUA em Okinawa © AFP 2017/ Yoshikazu TSUNO

De acordo com ele, "o governo deve responder apropriadamente às emoções dos civis e dizer aos EUA o que deve ser dito, mesmo que leve tempo, mas reagir é vital".

Segundo sublinha a agência, Tetsuma Esaki é responsável pelos assuntos ligados ao desenvolvimento econômico da prefeitura de Okinawa. Por esta razão, não é comum que ele levante questões tão sensíveis, como a revisão do estatuto das tropas estadunidenses.

Destaca-se que o ministro fez esse anúncio quando o governo do Japão pediu aos EUA para parar voos de aeronaves militares Osprey após queda de um helicóptero militar deste mesmo modelo na costa leste da Austrália.


O vice-governador de Okinawa, Moritake Tomikawa, encontrou-se com o comandante das forças dos EUA em Okinawa, o tenente-general Lawrence Nicholson, e expressou seu descontentamento pelos EUA não cessarem os voos de aeronaves Osprey apesar das repetitivas solicitações das autoridades locais e dos residentes.

Apesar de o vice-governador de Okinawa ter pedido aos EUA para interromper o uso dos Ospreys pelo menos até o fim da investigação do acidente ocorrido, a emissora revelou que os voos continuam sendo realizados na região saindo da base norte-americana de Futenma, na mesma prefeitura. O responsável militar dos EUA respondeu que os "helicópteros Osprey voam por todo o mundo e a política militar é assim mesmo".

Segundo dados fornecidos à Sputnik pela administração da prefeitura, em Okinawa há 25.800 militares norte-americanos e 19.000 familiares e civis dos EUA. A região comporta 70% de todas as estruturas militares dos EUA no Japão, embora Okinawa represente apenas 1% do território japonês.

Além do incômodo psicológico causado pelo barulho das aeronaves, os habitantes de Okinawa se preocupam com a poluição ambiental e o aumento da criminalidade — provocados pela base aérea.

Em janeiro desse ano, os EUA e o Japão assinaram o acordo que limita a imunidade jurídica de alguns militares que estão em serviço nessa base.



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