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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Fornecimento de armas dos EUA a Kiev pode provocar escalada da crise em Donbass

A possível entrega por parte dos EUA de armamentos ao exército ucraniano provocaria uma nova espiral de violência em Donbass, declarou o líder da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), Aleksander Zakharchenko.


Sputnik

"Assim que a Ucrânia receba armas letais, isso automaticamente provocará um conflito militar", afirmou ele em entrevista à imprensa.


Veículo norte-americano Humvee fornecido à Ucrânia (foto de arquivo)
Humvee norte-americano fornecido à Ucrânia © AP Photo/ Efrem Lukatsky

No fim de julho, a edição The Wall Street Journal informou, citando funcionários dos EUA, que o Pentágono e o Departamento de Estado revelaram um plano para fornecer a Kiev mísseis antitanque e outros tipos de armamento, pendente de aprovação por parte da Casa Branca.

O ministro ucraniano da Defesa, Stepan Poltorak, afirmou que a Ucrânia está disposta a receber armas letais de seus aliados, mas até agora só as tinha recebido da Lituânia.

Por sua vez, o vice-chefe do comando operacional da RPD, Eduard Basurin, afirmou que há tempo que os EUA e a OTAN entregam ilegalmente armamento aos militares ucranianos.

Moscou se expressou repetidamente contra o fornecimento de armamentos a Kiev, que segundo as autoridades russas apenas agravariam o conflito em Donbass.

Em abril de 2014, a Ucrânia iniciou uma operação militar nas províncias orientais de Donetsk e Lugansk, onde foram proclamadas repúblicas populares em resposta ao violento golpe de Estado que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano.

Segundo estimativas da ONU, desde o início da crise, as hostilidades resultaram em cerca de 10.100 mortes.


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