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'Novos jogos' dos EUA: especialista comenta ataque contra exército sírio

O Pentágono negou realização de ataques da coalizão ocidental contra tropas sírias. O especialista Vladimir Fitin contou sua versão do acontecido para o serviço russo da Rádio Sputnik.
Sputnik

O Pentágono está refutando notícias quanto a ataques da Força Aérea dos EUA ou Forças Armadas da coalizão contra tropas sírias na região de Al-Bukamal.

"Não se trata de ataque efetuado pelos EUA ou pela coalizão", declarou à Sputnik o porta-voz do Pentágono, Adrian Rankine-Galloway.

Mais anteriormente, a agência de notícias síria SANA relatou que forças da coalizão internacional, lideradas pelos EUA, atacaram posições do exército sírio na província de Deir ez-Zor, deixando mortos e feridos.

Vale destacar que o representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, declarou, citando informações de alguns canais, que o Exército Livre da Síria e forças especiais dos EUA estariam preparando uma provocação com uso de substâncias químicas na província de Deir ez-Zor.

O especial…

Fotos mostram desmanche de avião Hércules brasileiro preso na Antártica

Acidente ocorreu em 2014 e a FAB cogitou trazer a aeronave voando; estudos mostraram que era melhor desmontar e trazer as partes utilizáveis para o Brasil.


Por Carolina Dantas | G1


Após mais de dois anos "encalhado" na Antártica, o avião Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira foi desmontado e transportado de volta ao Brasil em fevereiro deste ano. As imagens do processo foram divulgadas FAB, a pedido do G1.

Avião Hércules C-130, da Força Aérea Brasileira, na Base Aérea Eduardo Frei, na Antártica, quatro meses após o acidente (Foto: Arquivo pessoal)
Avião Hércules C-130, da Força Aérea Brasileira, na Base Aérea Eduardo Frei, na Antártica, quatro meses após o acidente (Foto: Arquivo pessoal)

O acidente ocorreu com a aeronave em 27 de novembro de 2014, na Ilha Rei George. O cargueiro que transportava militares e civis pousou de barriga, o que provocou danos em uma de suas hélices e nos trens de pouso. O impacto não deixou feridos, mas causou vazamento do combustível.

Desde então, o Hércules C-130 estava em território antártico. De acordo com especialistas, o fato de o país manter a aeronave por lá estaria ferindo o Tratado Antártico, que rege as atividades na região e proíbe os Estados-membros de deixarem resíduos em qualquer parte do território, com biodiversidade considerada sensível a impactos ambientais.

A FAB enviou uma equipe de técnicos e mecânicos para desinterditar a pista. Alguns equipamentos foram removidos e o avião foi colocado em posição segura, com estabilidade. Em seguida, foram avaliadas quais eram as possibilidades de reparo. Na época do acidente, a Aeronáutica afirmou que os vazamentos fluidos foram contidos e que todos os resíduos foram recolhidos logo após o pouso.

Estudos foram realizados no Hércules. Foram consideradas as seguintes possibilidades: retirar a aeronave em condições de voo; desmontá-la para transporte; e o aproveitamento de equipamentos, com retorno ao Brasil, e o corte da fuselagem no local.



Hércules sendo desmontado na Antártica (Foto: Força Aérea Brasileira)
Hércules sendo desmontado na Antártica (Foto: Força Aérea Brasileira)

A FAB informou que considerou as adversidades climáticas do continente, as limitações logísticas, os riscos operacionais e, principalmente, os custos envolvidos na hora de decidir qual destino levaria do cargueiro. Eles chegaram à conclusão que o melhor era a terceira opção citada acima.

O efetivo corte e o descarte das partes que não eram aproveitáveis foram feitos entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017. Tudo que era possível de ser recuperado e reutilizado foi enviado de volta ao Brasil. O espaço onde estava preso o avião foi completamente limpo, de acordo com a FAB, e os resíduos foram embarcados em contêineres. O Navio Ary Rongel da Marinha do Brasil apoiou todo o processo.

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