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Turquia quer ajudar Iraque a combater curdos em Kirkuk

A Turquia informou nesta segunda-feira que estava pronta para ajudar o governo iraquiano a expulsar os combatentes curdos da cidade de Kirkuk, informou AFP.
Sputnik

Ancara teme que a eventual independência do Curdistão iraquiano pode desencadear movimentos semelhantes entre a população curda na Turquia e saudou a operação das forças iraquianas para expulsar as forças do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) de Kirkuk.


"Estamos prontos para qualquer forma de cooperação com o governo iraquiano de modo a acabar com a presença do PKK no território do Iraque", disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque afirmou neste domingo que considerará a presença de militares curdos em Kirkuk como um "declaração de guerra".

Na segunda-feira, as forças iraquianas tomaram amplos territórios nos arredores da cidade, bem como uma base militar, um aeroporto e um campo petrolífero.

Em 2014, as tropas peshmerga curdas …

Há que temer promessa norte-coreana de retaliação física? Orientalista explica

A Coreia do Norte ameaçou com uma "resposta implacável" às novas sanções do Concelho de Segurança da ONU. O orientalista explica que esta reação do país não é diferente das reações anteriores.


Sputnik

A Coreia do Norte prometeu empreender "ações físicas" devido à aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU da resolução sobre novas sanções contra o país, informou a Agência Telegráfica Central da Coreia (KCNA).


Exército Popular da Coreia apresenta, em desfile, complexos de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais em abril de 2017
Mísseis balísticos apresentados em desfile militar na Coréia do Norte © Sputnik/ Ilia Pitalev

Segundo a agência, "a resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre as sanções foi fabricada pelos EUA e outras forças hostis, sendo esta uma violação grave da soberania da nossa república".

De acordo com os dados dos EUA, que propuseram a resolução, o programa de sanções afetará as exportações de carvão, ferro e chumbo da Coreia do Norte em 1 bilhão de dólares, ou seja, ele fará baixar as receitas da exportação da Coreia do Norte em um terço (hoje as exportações da Coreia do Norte somam 3 bilhões de dólares).

O especialista do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia Aleksandr Vorontsov disse ao serviço russo da Rádio Sputnik que esta reação da Coreia do Norte às sanções não é diferente das situações anteriores.

"A Coreia do Norte, desde 2006, quando foi realizado o primeiro teste, tem respondido da mesma forma: a resolução não é justa e isso é uma demonstração dos flagrantes 'padrões duplos', todos os que a aprovaram realizam seus próprios testes nucleares e de mísseis, mas a nós nos proíbem; rejeitamos essas resoluções injustas", disse Vorontsov.

Segundo ele, as entoações e expressões podem mudar, mas a essência permanece. Quanto às medidas físicas, o especialista acha que, provavelmente, se tratava de medidas práticas, seriam simplesmente nuances da tradução.

De acordo com o orientalista, os EUA se esquecem que é necessário considerar as exigências da resolução em conjunto.

"As exigências são dirigidas não apenas à Coreia do Norte, mas também a todos os signatários da resolução. Nela se sublinha que estas sanções não têm como fim apenas as sanções, mas o reinício de negociações […] Entretanto, as sanções já foram aplicadas, mas o processo de negociações não foi lançado. Por quê? Porque tanto os EUA como seus aliados sob diferentes pretextos estão evitando as conversações sérias, ou seja, estão violando a resolução. E isso devem ser tido em conta", sublinhou Vorontsov.



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