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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Há que temer promessa norte-coreana de retaliação física? Orientalista explica

A Coreia do Norte ameaçou com uma "resposta implacável" às novas sanções do Concelho de Segurança da ONU. O orientalista explica que esta reação do país não é diferente das reações anteriores.


Sputnik

A Coreia do Norte prometeu empreender "ações físicas" devido à aprovação pelo Conselho de Segurança da ONU da resolução sobre novas sanções contra o país, informou a Agência Telegráfica Central da Coreia (KCNA).


Exército Popular da Coreia apresenta, em desfile, complexos de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais em abril de 2017
Mísseis balísticos apresentados em desfile militar na Coréia do Norte © Sputnik/ Ilia Pitalev

Segundo a agência, "a resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre as sanções foi fabricada pelos EUA e outras forças hostis, sendo esta uma violação grave da soberania da nossa república".

De acordo com os dados dos EUA, que propuseram a resolução, o programa de sanções afetará as exportações de carvão, ferro e chumbo da Coreia do Norte em 1 bilhão de dólares, ou seja, ele fará baixar as receitas da exportação da Coreia do Norte em um terço (hoje as exportações da Coreia do Norte somam 3 bilhões de dólares).

O especialista do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia Aleksandr Vorontsov disse ao serviço russo da Rádio Sputnik que esta reação da Coreia do Norte às sanções não é diferente das situações anteriores.

"A Coreia do Norte, desde 2006, quando foi realizado o primeiro teste, tem respondido da mesma forma: a resolução não é justa e isso é uma demonstração dos flagrantes 'padrões duplos', todos os que a aprovaram realizam seus próprios testes nucleares e de mísseis, mas a nós nos proíbem; rejeitamos essas resoluções injustas", disse Vorontsov.

Segundo ele, as entoações e expressões podem mudar, mas a essência permanece. Quanto às medidas físicas, o especialista acha que, provavelmente, se tratava de medidas práticas, seriam simplesmente nuances da tradução.

De acordo com o orientalista, os EUA se esquecem que é necessário considerar as exigências da resolução em conjunto.

"As exigências são dirigidas não apenas à Coreia do Norte, mas também a todos os signatários da resolução. Nela se sublinha que estas sanções não têm como fim apenas as sanções, mas o reinício de negociações […] Entretanto, as sanções já foram aplicadas, mas o processo de negociações não foi lançado. Por quê? Porque tanto os EUA como seus aliados sob diferentes pretextos estão evitando as conversações sérias, ou seja, estão violando a resolução. E isso devem ser tido em conta", sublinhou Vorontsov.



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