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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Moscou: envio de armas dos EUA à Ucrânia provocaria mais ações militares

O fornecimento de armas dos EUA para a Ucrânia pode encorajar Kiev a intensificar as ações militares de Donbass. É o que afirma o chefe do departamento de não-proliferação do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Ulyanov.


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"Os círculos na Ucrânia que apostam na força [para resolver o conflito em Donbass] podem considerar os suprimentos de armas como um estímulo para a ação militar", disse ele.


Instrutores dos EUA chegam à Ucrânia
 Instrutores norte-americanos na Ucrânia © Sputnik/ Stringer

Ulyanov disse que, nesse caso, "a responsabilidade pela evolução da situação seria assumida não apenas por Kiev, mas também por Washington".

"Os autores do plano para fornecer armas letais para a Ucrânia, aparentemente, presumem que a situação no leste do país não seja suficientemente explosiva e que tenham que adicionar mais lenha à fogueira", disse ele.

O diplomata destacou que as alegações de que o fornecimento de armas é para a defesa "não mudam as coisas, considerando que as milícias não tentam expandir seus territórios, de modo que Kiev não tem nada para defender".


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