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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
Sputnik

Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Político alemão: é impossível pôr a Rússia de joelhos com 'sanções estúpidas'

O governo alemão está enganado se pensa que "estas sanções estúpidas" podem a Rússia de joelhos, declarou o presidente da bancada do partido Die Linke no Bundestag, Dietmar Bartsch.


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"É absurdo! Quem conhece a Rússia e se lembra de que, nos anos da Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas morreram ali de fome e sede mas não se renderam, não poderia crer seriamente que estas sanções estúpidas pudessem pôr o país de joelhos", disse ele ao diário Bild.


Bundestag, sede do parlamento alemão
Bundestag, sede do parlamento alemão © flickr.com/ Hernán Piñera

Em sua opinião, as medidas restritivas apenas fortalecem a autoridade de Vladimir Putin, que defende os interesses da Rússia.

"Isso faz com que a gente – e tenho muitos amigos ali – diga: 'Então, Putin é melhor porque não permite conter a Rússia!'", afirmou o político alemão.

Dietmar Bartsch também respondeu àqueles que qualificam os membros do seu partido como "simpatizantes" de Putin.

"Entender Putin significa conhecer a língua russa e compreender a mentalidade russa. Não há nada de mal nisso", sublinhou.


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