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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Por que motivo Japão decidiu não abater míssil norte-coreano?

O Japão não tomou medidas para abater o míssil lançado pela Coreia do Norte que sobrevoou seu território, pois não representava ameaça alguma para o país, declarou o ministro japonês da Defesa, Itsunori Onodera.


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"Os radares das Forças de Autodefesa detectaram o voo do míssil, mas, sendo que não havia ameaça de sofrer danos, foi tomada a decisão de não o abater", declarou o ministro japonês.


Sistema da defesa antimíssil SAM-4 do Japão
Sistema antimísseis japonês SAM-4 © Foto: Wikimedia

No entanto, ele adicionou que o voo do míssil em tal trajetória representa um perigo sério para a segurança da região e viola a resolução da ONU.

De acordo com o ministro, o mais provável é que o míssil lançado tenha sido de médio alcance. O projétil teria se partido em três antes de cair no mar. Não há relatos de danos ou feridos.

Na terça-feira (29) de manhã (horário local), a Coreia do Norte disparou um míssil que sobrevoou o território japonês e, 14 minutos depois, caiu a 1.180 km de Hokkaido.

A última vez que um míssil de Pyongyang sobrevoou o Japão foi em 2009, quando o país de Kim Jong-un afirmou estar lançando um satélite de telecomunicações, mas a comunidade internacional interpretou o ato como um teste de um míssil balístico intercontinental.


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