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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Pyongyang: Coreia do Norte não teme nem sanções nem ameaças militares dos EUA

O jornal norte-coreano Rodong Sinmun publicou na terça-feira (29) um artigo onde afirma que a Coreia do Norte não teme os EUA. O artigo foi publicado em meio ao novo teste de míssil balístico efetuado por Pyongyang.


Sputnik

"Os norte-americanos deviam perceber que não vão conseguir nos surpreender com qualquer pressão econômica ou ameaças de guerra e não nos farão afastar do caminho por nós escolhido", acrescenta o artigo do Rodong Sinmun. 


Kim Jong-un, líder norte-coreano, observa treinamentos do Exército Popular da Coreia
Kim Jong-un, líder norte-coreano © REUTERS/ KCNA

O artigo é intitulado de "É preciso afinal mostrar o nosso poder e a nossa vontade".

Na terça (29) Pyongyang efetuou o lançamento de um míssil balístico que superou a distância de 2,7 mil km, sobrevoou o Japão e caiu no Oceano Pacífico. Em resposta, os EUA e a Coreia do Sul ameaçaram Pyongyang com uma "resposta forte", não excluindo a possibilidade de ações militares em caso de novas provocações.

"A tragédia é que os EUA não percebem o nosso poder e a nossa vontade", afirma o Rodong Sinmun, fazendo lembrar os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul, segundo Pyongyang, visam treinar um cenário de guerra local com a Coreia do Norte.

"Se os EUA perderem a cabeça e nos atacarem, estamos prontos a ensinar-lhes boas maneiras com as forças armadas nucleares e estratégicas que já demonstramos em detalhe", avisa o Rodong Sinmun.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.


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