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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Pyongyang: Coreia do Norte não teme nem sanções nem ameaças militares dos EUA

O jornal norte-coreano Rodong Sinmun publicou na terça-feira (29) um artigo onde afirma que a Coreia do Norte não teme os EUA. O artigo foi publicado em meio ao novo teste de míssil balístico efetuado por Pyongyang.


Sputnik

"Os norte-americanos deviam perceber que não vão conseguir nos surpreender com qualquer pressão econômica ou ameaças de guerra e não nos farão afastar do caminho por nós escolhido", acrescenta o artigo do Rodong Sinmun. 


Kim Jong-un, líder norte-coreano, observa treinamentos do Exército Popular da Coreia
Kim Jong-un, líder norte-coreano © REUTERS/ KCNA

O artigo é intitulado de "É preciso afinal mostrar o nosso poder e a nossa vontade".

Na terça (29) Pyongyang efetuou o lançamento de um míssil balístico que superou a distância de 2,7 mil km, sobrevoou o Japão e caiu no Oceano Pacífico. Em resposta, os EUA e a Coreia do Sul ameaçaram Pyongyang com uma "resposta forte", não excluindo a possibilidade de ações militares em caso de novas provocações.

"A tragédia é que os EUA não percebem o nosso poder e a nossa vontade", afirma o Rodong Sinmun, fazendo lembrar os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul, segundo Pyongyang, visam treinar um cenário de guerra local com a Coreia do Norte.

"Se os EUA perderem a cabeça e nos atacarem, estamos prontos a ensinar-lhes boas maneiras com as forças armadas nucleares e estratégicas que já demonstramos em detalhe", avisa o Rodong Sinmun.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.


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