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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Pyongyang: Coreia do Norte não teme nem sanções nem ameaças militares dos EUA

O jornal norte-coreano Rodong Sinmun publicou na terça-feira (29) um artigo onde afirma que a Coreia do Norte não teme os EUA. O artigo foi publicado em meio ao novo teste de míssil balístico efetuado por Pyongyang.


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"Os norte-americanos deviam perceber que não vão conseguir nos surpreender com qualquer pressão econômica ou ameaças de guerra e não nos farão afastar do caminho por nós escolhido", acrescenta o artigo do Rodong Sinmun. 


Kim Jong-un, líder norte-coreano, observa treinamentos do Exército Popular da Coreia
Kim Jong-un, líder norte-coreano © REUTERS/ KCNA

O artigo é intitulado de "É preciso afinal mostrar o nosso poder e a nossa vontade".

Na terça (29) Pyongyang efetuou o lançamento de um míssil balístico que superou a distância de 2,7 mil km, sobrevoou o Japão e caiu no Oceano Pacífico. Em resposta, os EUA e a Coreia do Sul ameaçaram Pyongyang com uma "resposta forte", não excluindo a possibilidade de ações militares em caso de novas provocações.

"A tragédia é que os EUA não percebem o nosso poder e a nossa vontade", afirma o Rodong Sinmun, fazendo lembrar os exercícios conjuntos dos EUA e da Coreia do Sul, segundo Pyongyang, visam treinar um cenário de guerra local com a Coreia do Norte.

"Se os EUA perderem a cabeça e nos atacarem, estamos prontos a ensinar-lhes boas maneiras com as forças armadas nucleares e estratégicas que já demonstramos em detalhe", avisa o Rodong Sinmun.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.


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