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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Seul elabora seu próprio plano de ataque à Coreia do Norte sem ajuda dos EUA

O ministro sul-coreano da Defesa foi designado para elaborar um plano próprio para conter uma invasão total da Coreia do Norte e que prevê a contraofensiva e a conquista da capital norte-coreana sem ajuda dos EUA, declarou o vice-ministro da Defesa sul-coreano Suh Choo-suk.


Sputnik

O presidente sul-coreano Moon Jae-in sublinhou "a necessidade de uma reforma da organização militar para responder às exigências da arte de guerra contemporânea e passar rapidamente da defesa à ofensiva se a Coreia do Norte organizar uma provocação militar ou atravessar a fronteira para atacar a região da capital", comunica o Kommersant.


Soldados sul-coreanos de guarda em um posto de controle na Ponte da Grande Unificação, que leva à aldeia de tréguas Panmunjom, ao sul da zona desmilitarizada que separa as duas Coreias, em Paju, na Coreia do Sul
Soldados sul-coreanos próximos à fronteira com a Coreia do Norte © REUTERS/ Kim Hong-Ji

Seul fica a uma distância de 40 quilômetros da fronteira entre as Coreias e na zona operacional da artilharia norte-coreana.

De acordo com a mídia sul-coreana, Moon Jae-in se encontrou na segunda-feira com o ministro da Defesa, que prometeu preparar um "plano agressivo de iniciativas militares". Por sua parte, o presidente ordenou a melhoria "da mobilidade das tropas, bem como sua operacionalidade em matéria de desembarques e de defesa antiaérea".

Segundo o vice-ministro da Defesa, "em caso de invasão pela Coreia do Norte, nós vamos realizar uma operação ofensiva agressiva" sobre o território norte-coreano.

O novo plano que será elaborado pelo ministro da Defesa sul-coreano deverá permitir "resolver o problema norte-coreano" usando apenas as forças sul-coreanas. No seu quadro, cerca de mil alvos vão ser designados em território norte-coreano para os ataques de alta precisão e vai ser planejado um grande desembarque em Pyongyang que vai permitir eliminar rapidamente a liderança do país.


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