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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Situação na Coreia do Norte recorda barril de pólvora, diz parlamentar russo

A situação da Coreia do Norte recorda um barril de pólvora e pode levar a consequências incorrigíveis para toda a comunidade internacional, disse o presidente da Comissão de Assuntos Internacionais da Duma de Estado(câmara baixa do parlamento russo) da Rússia, Leonid Slutsky.


Sputnik

Não é de excluir que o último lançamento de míssil norte-coreano possa ser debatido no Conselho de Segurança da ONU, acrescentou.


Lançamento de míssil balístico da Coreia do Norte
Lançamento de míssil balístico da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Na manhã desta terça-feira (29), a Coreia do Norte realizou mais um teste de míssil balístico, supostamente, de alcance médio que após ter sobrevoado o Japão teria caído no oceano Pacífico. Os Estados Unidos e a Coreia do Sul prometeram dar "uma resposta forte" a Pyongyang, incluindo possibilidade de ação militar no caso de eventuais provocações. O Japão, os EUA e a Coreia do Sul exigiram reunião do Conselho de Segurança da ONU.

"A situação na península da Coreia cada vez mais se parece com um barril de pólvora. Isso não pode deixar de causar preocupação. Os lançamentos contínuos de mísseis balísticos norte-coreanos, por um lado, e as ações provocantes do Ocidente em relação a Pyongyang, por outro, podem levar a consequências irrecuperáveis para toda comunidade mundial", ressaltou Slutsky em entrevista a jornalistas.

O parlamentar reforça que a Rússia nunca apoiou "o autoproclamado estatuto de poder nuclear de Pyongyang e votou de forma coerente para resolução da solução no Conselho de Segurança da ONU". Ainda que todas as possíveis resoluções e sanções já tenham sido adotadas, é bem provável que o último lançamento de míssil seja submetido a um novo debate no Conselho de Segurança da ONU, apontou Slutsky.

"Continuo tendo certeza de que a intervenção militar só levará a um impasse. A Rússia promove consistentemente a solução diplomática do problema norte-coreano. Qualquer aumento da tensão é capaz de inflamar a pólvora", concluiu.


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