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Rússia: EUA provocaram combates em Idlib para impedir o avanço sírio em Deir ez-Zor

Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib, informou o ministério da Defesa da Rússia nesta quarta-feira.
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Segundo o ministério russo, a ofensiva terrorista foi uma manobra dos serviços de inteligência dos EUA para impedir o avanço das tropas sírias em Deir ez-Zor.


Os militantes da Frente al-Nusta iniciaram uma ampla ofensiva contra as posições das tropas sírias ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib.

"Apesar dos acordos assinados no dia 15 de setembro em Astana, os combatentes da Frente al-Nusra e seus aliados, que se negaram a cumprir as condições do regime de cessar-fogo, iniciaram uma ampla ofensiva contra as tropas governamentais, a partir das 8hs da manhã do dia 19 de setembro, ao norte e nordeste da cidade de Hama, na zona de desescalada de Idlib", informa o comunicado.

Durante o dia, os terroristas conseguira…

Situação na Coreia do Norte recorda barril de pólvora, diz parlamentar russo

A situação da Coreia do Norte recorda um barril de pólvora e pode levar a consequências incorrigíveis para toda a comunidade internacional, disse o presidente da Comissão de Assuntos Internacionais da Duma de Estado(câmara baixa do parlamento russo) da Rússia, Leonid Slutsky.


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Não é de excluir que o último lançamento de míssil norte-coreano possa ser debatido no Conselho de Segurança da ONU, acrescentou.


Lançamento de míssil balístico da Coreia do Norte
Lançamento de míssil balístico da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Na manhã desta terça-feira (29), a Coreia do Norte realizou mais um teste de míssil balístico, supostamente, de alcance médio que após ter sobrevoado o Japão teria caído no oceano Pacífico. Os Estados Unidos e a Coreia do Sul prometeram dar "uma resposta forte" a Pyongyang, incluindo possibilidade de ação militar no caso de eventuais provocações. O Japão, os EUA e a Coreia do Sul exigiram reunião do Conselho de Segurança da ONU.

"A situação na península da Coreia cada vez mais se parece com um barril de pólvora. Isso não pode deixar de causar preocupação. Os lançamentos contínuos de mísseis balísticos norte-coreanos, por um lado, e as ações provocantes do Ocidente em relação a Pyongyang, por outro, podem levar a consequências irrecuperáveis para toda comunidade mundial", ressaltou Slutsky em entrevista a jornalistas.

O parlamentar reforça que a Rússia nunca apoiou "o autoproclamado estatuto de poder nuclear de Pyongyang e votou de forma coerente para resolução da solução no Conselho de Segurança da ONU". Ainda que todas as possíveis resoluções e sanções já tenham sido adotadas, é bem provável que o último lançamento de míssil seja submetido a um novo debate no Conselho de Segurança da ONU, apontou Slutsky.

"Continuo tendo certeza de que a intervenção militar só levará a um impasse. A Rússia promove consistentemente a solução diplomática do problema norte-coreano. Qualquer aumento da tensão é capaz de inflamar a pólvora", concluiu.


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