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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Sublevação abala base militar na Venezuela, várias pessoas presas

A agência AP comunica que em uma base militar na Venezuela ocorreu um levantamento, várias pessoas foram presas em ligação ao caso.


Sputnik

A agência AP cita suas fontes entre altos funcionários do país, mas até agora não revelou mais detalhes.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, participa em Caracas da cerimônia em homenagem a Fidel Castro, líder da Revolução cubana falecido em 25 de novembro de 2016
O ditador da Venezuela Nicolás Maduro © AFP 2017/ JUAN BARRETO

A edição El País escreve que 20 homens comandados por um capitão tomaram uma parte de um forte em Valência, no centro da Venezuela.

A segunda principal figura do regime venezuelano, Diosdado Cabello, comunicou via Twitter que as forças leais a Nicolás Maduro abortaram nesta manhã uma sublevação militar em Fort Paramaracay, localizado em Valência, no centro do país.

O grupo de rebeldes foi comandado pelo capitão da Guarda Nacional Juan Caguaripano, demitido em 2014, e cerca de vinte de seus oficiais.

O capitão havia anunciado em um vídeo uma sublevação contra o governo de Nicolás Maduro, "para restaurar a ordem constitucional".

O capitão rebelde Caguaripano afirmou que está “em legítima rebeldia, unido com o corajoso povo venezuelano com o fim de pôr a nu a tirania assassina de Nicolás Maduro. Isto não é um golpe de Estado, mas uma ação cívico-militar para restaurar a ordem constitucional”.

Na sequência da insurreição armada, o governo ativou o plano de defesa e a mobilização de tropas para garantir a segurança interna do país.

Diosdado Cabello disse ainda que as Forças Armadas atuaram “com seu mais alto moral defendendo sua Honra, a Paz e sua Pátria”.



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