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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Sublevação abala base militar na Venezuela, várias pessoas presas

A agência AP comunica que em uma base militar na Venezuela ocorreu um levantamento, várias pessoas foram presas em ligação ao caso.


Sputnik

A agência AP cita suas fontes entre altos funcionários do país, mas até agora não revelou mais detalhes.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, participa em Caracas da cerimônia em homenagem a Fidel Castro, líder da Revolução cubana falecido em 25 de novembro de 2016
O ditador da Venezuela Nicolás Maduro © AFP 2017/ JUAN BARRETO

A edição El País escreve que 20 homens comandados por um capitão tomaram uma parte de um forte em Valência, no centro da Venezuela.

A segunda principal figura do regime venezuelano, Diosdado Cabello, comunicou via Twitter que as forças leais a Nicolás Maduro abortaram nesta manhã uma sublevação militar em Fort Paramaracay, localizado em Valência, no centro do país.

O grupo de rebeldes foi comandado pelo capitão da Guarda Nacional Juan Caguaripano, demitido em 2014, e cerca de vinte de seus oficiais.

O capitão havia anunciado em um vídeo uma sublevação contra o governo de Nicolás Maduro, "para restaurar a ordem constitucional".

O capitão rebelde Caguaripano afirmou que está “em legítima rebeldia, unido com o corajoso povo venezuelano com o fim de pôr a nu a tirania assassina de Nicolás Maduro. Isto não é um golpe de Estado, mas uma ação cívico-militar para restaurar a ordem constitucional”.

Na sequência da insurreição armada, o governo ativou o plano de defesa e a mobilização de tropas para garantir a segurança interna do país.

Diosdado Cabello disse ainda que as Forças Armadas atuaram “com seu mais alto moral defendendo sua Honra, a Paz e sua Pátria”.



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