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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Sublevação abala base militar na Venezuela, várias pessoas presas

A agência AP comunica que em uma base militar na Venezuela ocorreu um levantamento, várias pessoas foram presas em ligação ao caso.


Sputnik

A agência AP cita suas fontes entre altos funcionários do país, mas até agora não revelou mais detalhes.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, participa em Caracas da cerimônia em homenagem a Fidel Castro, líder da Revolução cubana falecido em 25 de novembro de 2016
O ditador da Venezuela Nicolás Maduro © AFP 2017/ JUAN BARRETO

A edição El País escreve que 20 homens comandados por um capitão tomaram uma parte de um forte em Valência, no centro da Venezuela.

A segunda principal figura do regime venezuelano, Diosdado Cabello, comunicou via Twitter que as forças leais a Nicolás Maduro abortaram nesta manhã uma sublevação militar em Fort Paramaracay, localizado em Valência, no centro do país.

O grupo de rebeldes foi comandado pelo capitão da Guarda Nacional Juan Caguaripano, demitido em 2014, e cerca de vinte de seus oficiais.

O capitão havia anunciado em um vídeo uma sublevação contra o governo de Nicolás Maduro, "para restaurar a ordem constitucional".

O capitão rebelde Caguaripano afirmou que está “em legítima rebeldia, unido com o corajoso povo venezuelano com o fim de pôr a nu a tirania assassina de Nicolás Maduro. Isto não é um golpe de Estado, mas uma ação cívico-militar para restaurar a ordem constitucional”.

Na sequência da insurreição armada, o governo ativou o plano de defesa e a mobilização de tropas para garantir a segurança interna do país.

Diosdado Cabello disse ainda que as Forças Armadas atuaram “com seu mais alto moral defendendo sua Honra, a Paz e sua Pátria”.



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