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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Sublevação abala base militar na Venezuela, várias pessoas presas

A agência AP comunica que em uma base militar na Venezuela ocorreu um levantamento, várias pessoas foram presas em ligação ao caso.


Sputnik

A agência AP cita suas fontes entre altos funcionários do país, mas até agora não revelou mais detalhes.


Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, participa em Caracas da cerimônia em homenagem a Fidel Castro, líder da Revolução cubana falecido em 25 de novembro de 2016
O ditador da Venezuela Nicolás Maduro © AFP 2017/ JUAN BARRETO

A edição El País escreve que 20 homens comandados por um capitão tomaram uma parte de um forte em Valência, no centro da Venezuela.

A segunda principal figura do regime venezuelano, Diosdado Cabello, comunicou via Twitter que as forças leais a Nicolás Maduro abortaram nesta manhã uma sublevação militar em Fort Paramaracay, localizado em Valência, no centro do país.

O grupo de rebeldes foi comandado pelo capitão da Guarda Nacional Juan Caguaripano, demitido em 2014, e cerca de vinte de seus oficiais.

O capitão havia anunciado em um vídeo uma sublevação contra o governo de Nicolás Maduro, "para restaurar a ordem constitucional".

O capitão rebelde Caguaripano afirmou que está “em legítima rebeldia, unido com o corajoso povo venezuelano com o fim de pôr a nu a tirania assassina de Nicolás Maduro. Isto não é um golpe de Estado, mas uma ação cívico-militar para restaurar a ordem constitucional”.

Na sequência da insurreição armada, o governo ativou o plano de defesa e a mobilização de tropas para garantir a segurança interna do país.

Diosdado Cabello disse ainda que as Forças Armadas atuaram “com seu mais alto moral defendendo sua Honra, a Paz e sua Pátria”.



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