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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Sudão do Sul: iniciada fase de mobilização de força de proteção autorizada pela ONU

Foi iniciada a implantação progressiva da Força de Proteção Regional autorizada pelas Nações Unidas no Sudão do Sul. A chegada de novas tropas permite que forças de paz existentes ampliem sua presença às áreas afetadas pelo conflito para além da capital, Juba.


ONU

Apesar do acordo de paz de agosto de 2015, o Sudão do Sul voltou a entrar em conflito devido a confrontos entre forças rivais — o braço do Exército Popular de Libertação do Sudão (SPLA, na sigla em inglês), fiel ao presidente Salva Kiir, e o braço do SPLA na oposição, apoiando o antigo primeiro vice-presidente, Riek Machar.

David Shearer, representante especial do secretário-geral e chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS, na sigla em inglês) em Juba na chegada da força regional mandatada pela ONU no país. Foto: ONU/Isaac Billy
David Shearer, representante especial do secretário-geral e chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS, na sigla em inglês) em Juba na chegada da força regional mandatada pela ONU no país. Foto: ONU/Isaac Billy

“Ter tropas adicionais significa que podemos realizar mais tarefas relacionadas ao nosso mandato, proteger civis e construir uma paz duradoura”, disse o chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), David Shearer, em coletiva de imprensa realizada na terça-feira (8), em Juba.

A implementação da Força de Proteção Regional, de 4 mil oficiais, foi autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU através da Resolução 2304, em 2016. A UNMISS diz que a força protegerá instalações importantes na capital do país, Juba, e as principais rotas para dentro e fora da cidade. Também fortalecerá o serviço da ONU de proteção de áreas civis e de instalações da própria organização.

Shearer disse que a chegada do primeiro grupo de soldados ruandeses, em adição a uma companhia de alta prontidão nepalesa e mais de 100 engenheiros bengalis que já se encontram no local, marca o início da implantação progressiva da Força de Proteção Regional.

Isso permitirá que as tropas existentes da UNMISS, posicionadas em Juba, sejam desdobradas a diferentes locais do país para proteger civis, apoiar a assistência humanitária e monitorar e denunciar abusos de direitos humanos.

“Por exemplo, isso nos permitiria colocar mais patrulhas em estradas inseguras onde já ocorreram ataques a comboios civis — como as estradas Juba-Nimule e Juba-Bor”, disse Shearer.

Segundo Shearer, a Força de Proteção Regional possui um mandato próprio, mas será operada sob o comando da UNMISS.

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