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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Sudão do Sul: iniciada fase de mobilização de força de proteção autorizada pela ONU

Foi iniciada a implantação progressiva da Força de Proteção Regional autorizada pelas Nações Unidas no Sudão do Sul. A chegada de novas tropas permite que forças de paz existentes ampliem sua presença às áreas afetadas pelo conflito para além da capital, Juba.


ONU

Apesar do acordo de paz de agosto de 2015, o Sudão do Sul voltou a entrar em conflito devido a confrontos entre forças rivais — o braço do Exército Popular de Libertação do Sudão (SPLA, na sigla em inglês), fiel ao presidente Salva Kiir, e o braço do SPLA na oposição, apoiando o antigo primeiro vice-presidente, Riek Machar.

David Shearer, representante especial do secretário-geral e chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS, na sigla em inglês) em Juba na chegada da força regional mandatada pela ONU no país. Foto: ONU/Isaac Billy
David Shearer, representante especial do secretário-geral e chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS, na sigla em inglês) em Juba na chegada da força regional mandatada pela ONU no país. Foto: ONU/Isaac Billy

“Ter tropas adicionais significa que podemos realizar mais tarefas relacionadas ao nosso mandato, proteger civis e construir uma paz duradoura”, disse o chefe da Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), David Shearer, em coletiva de imprensa realizada na terça-feira (8), em Juba.

A implementação da Força de Proteção Regional, de 4 mil oficiais, foi autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU através da Resolução 2304, em 2016. A UNMISS diz que a força protegerá instalações importantes na capital do país, Juba, e as principais rotas para dentro e fora da cidade. Também fortalecerá o serviço da ONU de proteção de áreas civis e de instalações da própria organização.

Shearer disse que a chegada do primeiro grupo de soldados ruandeses, em adição a uma companhia de alta prontidão nepalesa e mais de 100 engenheiros bengalis que já se encontram no local, marca o início da implantação progressiva da Força de Proteção Regional.

Isso permitirá que as tropas existentes da UNMISS, posicionadas em Juba, sejam desdobradas a diferentes locais do país para proteger civis, apoiar a assistência humanitária e monitorar e denunciar abusos de direitos humanos.

“Por exemplo, isso nos permitiria colocar mais patrulhas em estradas inseguras onde já ocorreram ataques a comboios civis — como as estradas Juba-Nimule e Juba-Bor”, disse Shearer.

Segundo Shearer, a Força de Proteção Regional possui um mandato próprio, mas será operada sob o comando da UNMISS.

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