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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

The National Interest: a maior ameaça de Pyongyang para os EUA não são os mísseis

Em 8 de agosto o presidente dos EUA Donald Trump ameaçou a Coreia do Norte com uma ação militar, mas parece que se esqueceu da retaliação norte-coreana contra o seu vizinho do sul, aliado dos EUA, comunica o The National Interest.


Sputnik

Existe a opinião de que a "pressão máxima" dos EUA e dos outros países irá trazer a Coreia do Norte para a mesa de negociações e forçá-la a suspender o seu programa nuclear. 


Míssil exibido durante desfile militar na Coreia do Norte
Desfile militar na Coreia do Norte © REUTERS/ James Pearson

Isso ignora a seguinte realidade: o regime de Kim Jong-um quer ser capaz de alcançar o território dos EUA com armas nucleares e não há variantes aceitáveis agora que possam fazer Pyongyang mudar a sua estratégia, comunica o colunista do The National Interest Richard C. Bush.

Entretanto, o perigo de um ataque nuclear preventivo por parte da Coreia do Norte é relativamente pequeno.

Especialistas japoneses e sul-coreanos indicam um perigo muito maior do que um ataque preventivo norte-coreano. Estes países têm contado com o compromisso credível dos EUA de utilizar todos os meios disponíveis para defendê-los de um ataque da Coreia do Norte. Entre outras coisas eles decidiram não adquirir as próprias armas nucleares porque contavam com o escudo nuclear norte-americano, acrescenta o The National Interest.

Mas, com o desenvolvimento nuclear da Coreia do Norte, cresce o cepticismo de Tóquio e Seul em relação à credibilidade do compromisso dos EUA. A questão principal aqui é se Washington estaria disposto a arriscar San Francisco para defender Seul ou Tóquio.

Além disso, segundo o The National Interest, a Coreia do Norte representa uma ameaça ainda mais séria. Pyongyang pode perceber em breve que pode se comportar de forma mais imprudente com a Coreia do Sul ao nível convencional porque pode hipoteticamente conter os EUA com suas armas nucleares.

A realidade atual pode provocar cisões no povo sul-coreano e tensões internas na aliança entre os EUA e a Coreia do Sul. Em tal situação, Seul pode provavelmente pensar sobre o desenvolvimento do próprio arsenal nuclear para não parecer fraco e deter a humilhação futura. Nestas condições, o perigo do uso potencial das armas nucleares vai se tornar real.

Aconteça o que acontecer, teremos provavelmente a vitória política da Coreia do Norte sobre os EUA, conclui o ator do artigo no The National Interest.

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