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Vários mortos no confronto entres as forças de Maduro e rebeldes armados

Desfecho sangrento aconteceu durante a operação de captura de Óscar Pérez, que está entre os mortos.O piloto sobrevoou prédios do governo com um helicóptero roubado da polícia em junho do ano passado
Maolis Castro e Florantonia Singer | El País

Vários integrantes do grupo liderado pelo ex-policial Óscar Pérez morreram em um confronto com um coletivo – civis armados chavistas – e um comando da Força de Ações Especiais da Polícia Nacional, em que também morreram dois agentes e um militante chavista. Outros cinco membros do grupo foram presos em uma casa na região de El Junquito, no oeste de Caracas. 

O Governo venezuelano confirmou no início desta tarde que o próprio Pérez está entre os mortos. Seu nome se tornou conhecido em junho, quando roubou um helicóptero da polícia e sobrevoou a sede do Supremo Tribunal de Justiça e do Ministério do Interior. Nunca, em 18 anos de chavismo, ocorreu algo parecido na Venezuela.


O ex-inspetor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalística…

Trump diz que diálogo 'não é resposta' para crise com Coreia do Norte

As declarações de Trump são feitas um dia após a Coreia do Norte confirmar o lançamento de um míssil de médio alcance que sobrevoou o Japão.


G1


O presidente dos EUA, Donald Trump, descartou negociações diplomáticas com a Coreia do Norte, e afirmou que "diálogo não é a resposta" para a crise com Pyongyang.

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Donald Trump, presidente dos EUA

"Os EUA estão conversando com a Coreia do Norte e pagando dinheiro de extorsão por 25 anos. O diálogo não é a resposta", criticou o presidente no Twitter.

As declarações de Trump são feitas um dia após a Coreia do Norte confirmar o lançamento de um míssil de médio alcance que sobrevoou o Japão e foi condenado internacionalmente. A menção de Trump a pagamentos de Pyongyang parece ter sido uma referência à ajuda que os EUA prestaram ao país anteriormente. Um relatório do Serviço de Pesquisa Congressional dos EUA disse que, entre 1995 e 2008, Washington forneceu US$ 1,3 bilhão em assistência aos norte-coreanos.

Quando indagado por repórteres, poucas horas depois, se seu país esgotou as soluções diplomáticas para a Coreia do Norte em meio às tensões crescentes causadas por uma série de testes de mísseis norte-coreanos, o titular da Defesa norte-americano, Jim Mattis, respondeu "não".

"Nunca esgotamos as soluções diplomáticas", disse Mattis antes de uma reunião com seu equivalente sul-coreano no Pentágono. "Continuamos a trabalhar juntos, e o ministro e eu compartilhamos a responsabilidade de proporcionar a proteção de nossas nações, nossas populações e nossos interesses".

Trump, que prometeu não permitir que Pyongyang desenvolva mísseis nucleares capazes de atingir o território continental dos EUA, disse em um comunicado na terça-feira que "todas as opções estão na mesa".

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o disparo do míssil sobre o Japão, que classificou como "ultrajante", e exigiu que a Coreia do Norte suspenda seu programa de armas.

O comunicado esboçado pelos EUA, que não ameaça a adoção de novas sanções contra o regime norte-coreano, pediu que todos os Estados implantem as sanções da ONU e disse ser de "vital importância" que a Coreia do Norte adote ações imediatas e concretas para reduzir as tensões.

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