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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Trump diz que diálogo 'não é resposta' para crise com Coreia do Norte

As declarações de Trump são feitas um dia após a Coreia do Norte confirmar o lançamento de um míssil de médio alcance que sobrevoou o Japão.


G1


O presidente dos EUA, Donald Trump, descartou negociações diplomáticas com a Coreia do Norte, e afirmou que "diálogo não é a resposta" para a crise com Pyongyang.

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Donald Trump, presidente dos EUA

"Os EUA estão conversando com a Coreia do Norte e pagando dinheiro de extorsão por 25 anos. O diálogo não é a resposta", criticou o presidente no Twitter.

As declarações de Trump são feitas um dia após a Coreia do Norte confirmar o lançamento de um míssil de médio alcance que sobrevoou o Japão e foi condenado internacionalmente. A menção de Trump a pagamentos de Pyongyang parece ter sido uma referência à ajuda que os EUA prestaram ao país anteriormente. Um relatório do Serviço de Pesquisa Congressional dos EUA disse que, entre 1995 e 2008, Washington forneceu US$ 1,3 bilhão em assistência aos norte-coreanos.

Quando indagado por repórteres, poucas horas depois, se seu país esgotou as soluções diplomáticas para a Coreia do Norte em meio às tensões crescentes causadas por uma série de testes de mísseis norte-coreanos, o titular da Defesa norte-americano, Jim Mattis, respondeu "não".

"Nunca esgotamos as soluções diplomáticas", disse Mattis antes de uma reunião com seu equivalente sul-coreano no Pentágono. "Continuamos a trabalhar juntos, e o ministro e eu compartilhamos a responsabilidade de proporcionar a proteção de nossas nações, nossas populações e nossos interesses".

Trump, que prometeu não permitir que Pyongyang desenvolva mísseis nucleares capazes de atingir o território continental dos EUA, disse em um comunicado na terça-feira que "todas as opções estão na mesa".

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o disparo do míssil sobre o Japão, que classificou como "ultrajante", e exigiu que a Coreia do Norte suspenda seu programa de armas.

O comunicado esboçado pelos EUA, que não ameaça a adoção de novas sanções contra o regime norte-coreano, pediu que todos os Estados implantem as sanções da ONU e disse ser de "vital importância" que a Coreia do Norte adote ações imediatas e concretas para reduzir as tensões.

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