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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Ucrânia nega ter fornecido motores de mísseis a Pyongyang

The New York Times publicou que os últimos sucessos norte-coreanos no lançamento de foguetes poderiam estar vinculados a uma fábrica ucraniana


EFE

Kiev, 14 ago (EFE). - A Ucrânia negou nesta segunda-feira ter fornecido à Coreia do Norte motores para foguetes depois que o jornal americano "The New York Times" publicou que, segundo especialistas, os últimos sucessos norte-coreanos nesse âmbito poderiam estar vinculados a uma fábrica ucraniana.


Resultado de imagem para motor foguete ucraniano
O motor ucraniano RD-843 criado especialmente para o projeto Vega

"A Ucrânia jamais forneceu motores para foguetes nem qualquer tipo de tecnologia para a fabricação de mísseis", afirmou o secretário do Conselho de Segurança e Defesa (CSD) ucraniano, Oleksandr Turchynov, de acordo com o seu escritório.

Segundo ele, a publicação não tem fundamento e "faz parte de uma campanha antiucraniana feita pelos serviços secretos russos para ocultar a sua participação no programa nuclear e de fabricação de mísseis da Coreia do Norte".

De acordo com estudos citados pelo jornal, a teste de um míssil balístico norte-coreano, capaz aparentemente de alcançar território dos Estados Unidos, foi possível graças a compras no mercado negro de motores para foguetes, "provavelmente procedentes de uma fábrica ucraniana".

O secretário do CSD reforçou que "a Ucrânia considera que o regime da Coreia do Norte é totalitário, perigoso e imprevisível, e apoia todas as sanções contra esse país".

Diante desse posicionamento, a ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko declarou que, se for confirmada a informação publicada pelo jornal, "seria uma catástrofe para a Ucrânia", que "se veria privada do apoio de todo o mundo civilizado".


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