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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Ucrânia oficialmente declarará Rússia como 'país-agressor'

De acordo com o projeto de lei ucraniana sobre a reintegração de Donbass, a Rússia passará a ser oficialmente reconhecida como "país-agressor".


Sputnik

Segundo declarou a representante oficial do presidente da Ucrânia na Suprema Rada (parlamento ucraniano), Irina Lutsenko, o projeto de lei "está 99,9% concluído e pronto para aprovação do parlamento".


Praça de Independência (Maidan Nezalezhnosti) em Kiev, Ucrânia
Praça da Independência (Maidan Nezalezhnosti) em Kiev, Ucrânia © Sputnik/ Vitaliy Belousov

Ao mesmo tempo, ela destacou que a Ucrânia teve consultas quanto a esse assunto com o Quarteto da Normandia (Rússia, Ucrânia, Alemanha, França) e com os EUA, informa o canal Pyatyi.

"Pela primeira vez a nível legislativo será introduzida definição de que a Rússia é um país-agressor", sublinhou.

Além disso, a representante oficial do presidente ucraniano acrescentou que o projeto de lei ucraniana sobre a reintegração de Donbass cita o artigo 51 da Carta das Nações Unidas quanto à autodefesa. "Isso significa que a Ucrânia tem direito de se proteger. Mais uma vez, não é uma guerra, mas sim autodefesa. Isso é feito para que o Fundo Monetário Internacional e investidores nos forneçam recursos", explicou.

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, anunciou anteriormente que iria submeter ao parlamento um projeto de lei sobre a reintegração de Donbass, que, em particular, prevê o estabelecimento de um regime de ações militares da Ucrânia. O presidente se manifestou contra a suspensão da "operação antiterrorista" (como Kiev classifica a operação militar em Donbass). Como afirmado no parlamento, a lei excluiria a realização de quaisquer eleições na região até que Kiev restabeleça o controle na região.


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