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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Verdade vem à tona: o plano astuto da CIA para se apoderar de um submarino soviético

No apogeu da Guerra Fria, a CIA gastou 350 milhões de dólares em uma operação para roubar um submarino soviético. Contudo, o plano fracassou.


Sputnik

Uma das operações secretas mais espantosas na história dos EUA foi contada em detalhe por Josh Dean no seu novo livro "A tomada do K-129", resumido em um atrigo no Daily News.


Submarino K-129
Submarino K-129 © Sputnik/ A. Steshanov

O K-129, equipado com três mísseis nucleares, saiu da península de Kamchatka em fevereiro de 1968. Estava destinado a uma secção remota do oceano Pacífico ao nordeste de Havaí.

Mais tarde, o submarino se perdeu no mar, se afundando presumivelmente no oceano. Após o acidente, a CIA considerou necessário resgatar o submarino para obter a tecnologia e informações secretas que poderia levar a bordo.

Mas a agência precisava de uma pessoa para ocultar seus planos e para esse fim foi escolhido Howard Hughes, um milionário, aviador e produtor de cinema, que naquela época tinha 64 anos.

A história para ocultar a verdade era a seguinte: a empresa de Hughes estaria financiando uma operação de exploração mineira no oceano profundo. Enquanto isso, a CIA estava construindo um barco gigante para sacar o submarino soviético do fundo do mar e o levar para os EUA, com um custo total de 350 milhões de dólares.

Em 4 de agosto de 1974, começou o lento processo de recuperar o submarino naufragado. Logo que o gancho de extração, que recebeu o nome de Clementine, mergulhou no mar, um pequeno rebocador de resgate – dos que as autoridades soviéticas usam para realizar vigilância oculta – começou perseguindo o Explorer, o navio da CIA. No final, o gancho de extração não pôde "capturar" a presa.

A maior parte da embarcação voltou a cair no fundo do mar: estava na hora de alertar Washington que a missão terminou em um fracasso parcial. A maior parte do K-129 continuava onde estava.


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