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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Verdade vem à tona: o plano astuto da CIA para se apoderar de um submarino soviético

No apogeu da Guerra Fria, a CIA gastou 350 milhões de dólares em uma operação para roubar um submarino soviético. Contudo, o plano fracassou.


Sputnik

Uma das operações secretas mais espantosas na história dos EUA foi contada em detalhe por Josh Dean no seu novo livro "A tomada do K-129", resumido em um atrigo no Daily News.


Submarino K-129
Submarino K-129 © Sputnik/ A. Steshanov

O K-129, equipado com três mísseis nucleares, saiu da península de Kamchatka em fevereiro de 1968. Estava destinado a uma secção remota do oceano Pacífico ao nordeste de Havaí.

Mais tarde, o submarino se perdeu no mar, se afundando presumivelmente no oceano. Após o acidente, a CIA considerou necessário resgatar o submarino para obter a tecnologia e informações secretas que poderia levar a bordo.

Mas a agência precisava de uma pessoa para ocultar seus planos e para esse fim foi escolhido Howard Hughes, um milionário, aviador e produtor de cinema, que naquela época tinha 64 anos.

A história para ocultar a verdade era a seguinte: a empresa de Hughes estaria financiando uma operação de exploração mineira no oceano profundo. Enquanto isso, a CIA estava construindo um barco gigante para sacar o submarino soviético do fundo do mar e o levar para os EUA, com um custo total de 350 milhões de dólares.

Em 4 de agosto de 1974, começou o lento processo de recuperar o submarino naufragado. Logo que o gancho de extração, que recebeu o nome de Clementine, mergulhou no mar, um pequeno rebocador de resgate – dos que as autoridades soviéticas usam para realizar vigilância oculta – começou perseguindo o Explorer, o navio da CIA. No final, o gancho de extração não pôde "capturar" a presa.

A maior parte da embarcação voltou a cair no fundo do mar: estava na hora de alertar Washington que a missão terminou em um fracasso parcial. A maior parte do K-129 continuava onde estava.


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