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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Analista sobre 'perdas' da Rússia na Síria: Daesh precisa ao menos de vitórias virtuais

O Ministério da Defesa da Rússia desmentiu informações sobre captura de russos na Síria pelos terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).


Sputnik

O especialista em ciências políticas, Mikhail Smolin, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, qualificou os dados sobre possíveis perdas da Rússia como falsificação informacional.


Dia-a-dia na Base Aérea da Rússia na Síria (foto de arquivo)
Sukhoi Su-25 da Rússia e munição em base aérea na Síria © Foto: Ministério da Defesa da Rùssia

Um representante do ministério afirmou que não houve incidente algum relacionado à captura de militares russos na província de Deir ez-Zor nem em outras zonas da Síria.

Anteriormente, a mídia divulgou informações sobre dois militares russos terem sido capturados por terroristas do Daesh, e de um ter sido assassinado durante combates no povoado de Ash Sholah.

"Todos os militares das Forças Armadas da Rússia, que estão na Síria, estão vivos e continuam cumprindo suas missões. Não houve incidente algum relacionado à captura ou perda das Forças Armadas russas na província de Deir ez-Zor ou em qualquer outra região da Síria", assinalou um representante do Ministério da Defesa da Rússia.

De acordo com dados oficiais do ministério, desde o início da operação militar na Síria, morreram 37 militares russos. No início dessa semana, durante ações militares perto de Deir ez-Zor, foi assassinado o general Valery Asapov.

O especialista Mikhail Smolin acredita que as matérias sobre sequestro de militares russos não passa de falsificação informacional por parte do Daesh.

"Em minha opinião, trata-se de uma regra antiga da guerra informacional: as pessoas que têm acesso a essa guerra, muito frequentemente têm noção da realidade apenas através de tais notícias, ou seja, acreditam no que ouvem. Creio que informações deste tipo apontam para esgotamento das forças do Daesh, pois os terroristas precisam ao menos de vitórias virtuais para manter sua imagem entre o público que segue informações deste tipo, que mostram que o Daesh ainda continua lutando, continua realizando sua atividade, que é preciso ajudá-lo, é preciso enviar dinheiro, enviar voluntários, vender armas, comprar petróleo e assim por diante", explicou Mikhail Smolin em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.


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