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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Após ameaça norte-coreana, porta-aviões nuclear dos EUA realiza manobras com o Japão

O porta-aviões nuclear da Marinha dos EUA, Ronald Reagan, de 100 mil toneladas, realizou exercícios com navios de guerra japoneses ao sul da Península da Coreia, informaram autoridades do Japão. Pyongyang, entretanto, ameaçou com um "teste de bomba de hidrogênio" sobre o Pacífico.


Sputnik

A Força de Autodefesa Marítima do Japão disse, em um comunicado na sexta-feira, que o navio de classe nuclear de Nimitz, Ronald Reagan, baseado na cidade japonesa de Yokosuka, na Prefeitura de Kanagawa, e seus navios de escolta, realizaram brocas com navios da Marinha japonesa em águas ao sul e oeste das principais ilhas do Japão, onde estão desde 11 de setembro.


USS Ronald Reagan, porta-aviões norte-americano
Porta-aviões norte-americano USS Ronald Reagan (CVN-76) © REUTERS/ Kyodo

O grupo de ataque também está preparado para organizar uma manobra separada com a Marinha sul-coreana em outubro, acrescentou o Ministério da Defesa japonês. O exercício em larga escala envolverá três navios de guerra japoneses, incluindo dois destróieres e um dos dois maiores helicópteros do país, e irão até o final do mês.

Também nesta sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, disse que Pyongyang está considerando testar uma bomba de hidrogênio sobre o Oceano Pacífico. A medida seria uma resposta a Washington, que vem intensificando sanções econômicas contra a Coreia do Norte. "Poderia ser a detonação mais poderosa de uma bomba H no Pacífico", disse Ri, citado pela agência sul-coreana Yonhap.

A sugestão surgiu quando Ri foi convidado a esclarecer a última declaração de Kim Jong-un, em que o líder norte-coreano sugeriu que pretende se vingar do presidente dos EUA, Donald Trump, por insultá-lo e também ao seu país "diante dos olhos do mundo", ameaçando "destruir" a Coreia do Norte.

Em 3 de setembro, Pyongyang afirmou ter realizado mais um teste com uma bomba H, saudando-o como um "sucesso perfeito" e um passo "significativo" ainda mais no desenvolvimento do programa nuclear.

A mídia estatal informou no momento em que a bomba poderia ser montada em um míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês), embora essa capacidade tenha sido alvo de descrença fora da Coreia do Norte.


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