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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Após tomar 'chapéu' de Pyongyang, Japão terá defesa antimísseis fortalecida pelos EUA

O secretário da Defesa dos EUA, James Mattis, declarou que os Estados Unidos estão cooperando com o Japão para ampliar as capacidades da sua defesa antimísseis.


Sputnik

Nesta quarta-feira o secretário manteve uma conversa telefônica com o ministro da defesa do Japão, Itsunori Onodera.


Forças de Autodefesa do Japão
Forças de Autodefesa do Japão © AP Photo/ Eugene Hoshiko

"O ministro Mattis aproveitou para destacar que os compromissos assumidos pelos EUA na defesa do Japão, incluindo a contensão ampliada, permanecem firmes", informou a assessoria de imprensa do Pentágono.

Além disso, no durante a conversa, os ministros discutiram a crise com a Coreia do Norte e manifestaram a prontidão para continuar o trabalho em formato trilateral com a Coreia do Sul pra o fortalecimento, a contensão e a manutenção da paz e da segurança na região.

Mais cedo nesta quarta-feira, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, discutiram as consequência do mais recente teste nuclear da Coreia do Norte.

Na terça-feira passada, 29 de agosto, a Coreia do Norte lançou um míssil balístico que, depois de sobrevoar o espaço aéreo japonês, caiu no Oceano Pacífico, cerca de 1.180 quilômetros ao leste da ilha japonesa de Hokkaido.

O ministro da Defesa do Japão, Itsunori Onodera, declarou depois do lançamento que o seu país poderia ter derrubado o míssil norte-coreano, mas não o fez porque não havia risco de queda no território japonês. A situação, no entanto, gerou dúvidas sobre a capacidade do sistema de defesa antimíssil do país.


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