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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Bagdá anuncia que irá tomar postos de fronteira no Curdistão com ajuda de Irã e Turquia

O Ministério da Defesa do Iraque informou que está planejando tomar o controle de postos de fronteira localizados no Curdistão em coordenação com forças da Turquia e do Irã, conforme relatou a agência Reuters.


Sputnik

Mais cedo, Bagdá havia dito que três comboios militares seriam enviados para o Curdistão, região que realizou um referendo de independência com amplo apelo popular nesta semana. 


Combatentes curdos iraquianos Peshmerga em cerimônia de graduação de treinamento em Arbil, capital da Região Autônoma do Curdistão, no norte do Iraque.
Curdos iraquianos Peshmergas © AFP 2017/ Safin Hamed

Apesar das exigências do poder central, o governo curdo se recusa a atender as exigências da capital, que inclui a transferência do controle de fronteiras.

Irã e Turquia, países com grandes populações curdas, estão entre os maiores preocupados com as possíveis consequências da criação de um Estado curdo no Oriente Médio, se colocando totalmente contra o referendo, que, na verdade, só não foi condenado pelo Estado de Israel.


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