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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Chanceler russo diz por que EUA não atacarão Coreia do Norte

De acordo com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, os EUA não irão atacar a Coreia no Norte por não terem dúvidas que Pyongyang possui realmente armas nucleares.


Sputnik

Isso foi referido pelo chanceler russo durante uma transmissão do canal russo NTV.


Parada militar em Pyongyang (foto de arquivo)
Desfile militar na Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Segundo Lavrov, "os norte-americanos atacaram o Iraque exclusivamente por possuírem informações 100% confiáveis que o país já não tinha quaisquer armas de destruição em massa".

Assim, para o ministro russo, "os EUA não irão atacar a Coreia do Norte porque o país não apenas suspeita, mas tem certeza que os norte-coreanos têm bombas nucleares", e "quase todo mundo concorda" com esta análise.

Ele acrescenta também que, caso esta análise não seja compreendida pelos EUA, existe um risco que tudo fracasse e então "dezenas de milhares, ou mesmo centenas, de pessoas inocentes vão sofrer", cidadãos da Coreia do Sul, Coreia do Norte, Japão, e até da Rússia e da China podem ser afetados.

Falando sobre os caminhos possíveis para a resolução da crise coreana, o ministro frisou que é preciso agir "apenas com carinho, convencimento e persuasão".

Anteriormente, o ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, em seu discurso no quadro da Assembleia Geral da ONU, ameaçou os EUA com um ataque nuclear em resposta aos insultos ao líder norte-coreano, Kim Jong-un. Ele também chamou Trump de "pessoa mentalmente perturbada sofrendo de megalomania". Por sua vez, Trump afirmou que "se ele ecoa os pensamentos do pequeno homem-foguete [apelido dado por Trump a Kim Jong-un], eles não existirão aqui por muito mais tempo".

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