Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Morte made in Brazil: conflitos no Oriente Médio alavancam exportação de armamento do país

Uma missão árabe chegou ao Brasil interessada na compra de cargueiros KC-390 fabricados pela Embraer. A visita é resultado do esforço do Grupo Parlamentar Brasil-Arábia Saudita, criado no início deste mês, para aproximar os dois países no campo de defesa militar.
Sputnik

O KC-390 vai substituir os Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB), é o maior avião produzido na América e foi concebido como um jato militar de transporte, anunciado pela primeira vez na edição de 2007 da Latin America Aero & Defence (LAAD), no Rio de Janeiro. A produção do avião, com capacidade para 23 toneladas de carga, envolve parcerias com fornecedores de peças de Argentina, Portugal e República Tcheca. Com um custo unitário de US$ 85 milhões, o KC-390, em fase final de testes, tem recebido propostas de compra de vários países.



A compra do cargueiro, porém, é apenas um detalhe na exportação brasileira de armamentos não só para a Arábia Saudita, como também para vários países do Oriente Médio e do Norte d…

China sobre guerra de palavras entre EUA e Coreia do Norte: 'não vai ter vencedor'

Comentando a briga recente entre os EUA e a Coreia do Norte, Pequim pediu a ambos os países para perceberem que hostilidades armadas nunca vão dar certo.


Sputnik

Qualquer potencial conflito militar na península coreana não terá nenhum vencedor, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, numa entrevista coletiva em Pequim.


Dois Lanceiros B-1B das Forças Aéreas dos EUA
Caças F-15 da ROKAF, Força Aérea da Coreia do Sul © REUTERS/ Tech. Sgt. Kamaile Casillas/Pacific Air Forces/DVID

Os comentários vêm em resposta a uma recente ameaça da Coreia do Norte que diz ter todo o direito de "tomar medidas de retaliação contra os Estados Unidos, incluindo derrubar bombardeiros estratégicos americanos fora do espaço aéreo da RPDC, porque Donald Trump declarou guerra" ao país asiático.

O principal diplomata da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, disse ontem que o que ele descreveu como uma "declaração de guerra" por Washington significa que Pyongyang pode recorrer a quaisquer medidas em resposta.

"O mundo inteiro deve se lembrar claramente de que foram os EUA que declararam a guerra pela primeira vez ao nosso país", disse o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte a repórteres em Nova York.

Também na segunda-feira, a porta-voz do escritório do Departamento de Estado dos Estados Unidos para a Ásia Oriental e assuntos do Pacífico, Katina Adams, comentou a afirmação dizendo que os EUA não declararam guerra à Coreia do Norte.

"Continuamos buscando uma desnuclearização pacífica da Península da Coreia", disse Adams à Sputnik, acrescentando que nenhum país pode disparar em aeronaves ou navios de outra nação se estiverem no espaço aéreo ou águas internacionais.

A guerra de palavras entre os dois países aumentou quando o presidente dos EUA, Donald Trump, respondeu no sábado ao discurso na Assembleia Geral da ONU de Ri Yong, onde o diplomata norte-coreano disse que Trump enfrentaria consequências negativas por causa das suas declarações sobre a Coreia do Norte e o líder Kim Jong-un. Em particular, o ministro disse que a política de Trump tornaria inevitável a "visita de nossos foguetes" a todo o continente americano.

No entanto, os relatórios recentes sugerem que os norte-coreanos estejam enviando seus jatos militares para o leste do país na sequência de um sobrevoo da zona por bombardeiros dos EUA na semana passada.

No último domingo, bombardeiros dos EUA voaram no espaço aéreo internacional perto da costa leste da Coreia do Norte. Esta demonstração de força militar foi feita para mostrar o alcance das opções militares dos EUA disponíveis para Donald Trump, ressaltou a porta-voz do chefe do Pentágono, Dana White, num comunicado.

O Serviço Nacional de Inteligência (NIS, na sigla em inglês) da Coreia do Sul, no entanto, afirmou que nenhuma retaliação imediata foi tomada por Pyongyang em resposta ao aumento do número de voos, sugerindo que a Coreia do Norte "poderá não ter detectado completamente os aviões militares [dos EUA]", informou a agência de notícias Yonhap da Coreia do Sul.


Postar um comentário