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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

CIA retira suas forças do sudeste da Síria

A CIA exigiu que dois dos grupos armados que fazem parte do chamado Exército Livre da Síria (ELS) parassem os combates no sudeste da Síria, informou a agência Reuters.


Sputnik

A agência, citando representantes dos grupos Martyr Ahmad Abdo e Usud al-Sharqiya, informou que tanto a CIA como as agências de inteligência da Jordânia e Arábia Saudita lhes pediram para abandonarem o território sírio e se refugiarem na Jordânia.


Combatentes do Exército Livre da Síria
Combatentes do Estado Livre da Síria © AFP 2017/ NAZEER AL-KHATIB

"Existe um pedido oficial para que deixemos a área", citou a Reuters as palavras de Badr Din Salamahm, um dos líderes do grupo Usud al-Sharqiya.

De acordo com a agência, os dois grupos, que têm centenas de combatentes, devem entregar a artilharia pesada e dezenas de mísseis antitanque fabricados nos EUA.

As fontes diplomáticas citadas pela Reuters apontaram que a exigência de abandonar o sudeste da Síria se deve à decisão da administração do presidente norte-americano, Donald Trump, de cortar o programa da CIA de apoio aos grupos armados no país árabe.

No fim de agosto, fontes militares pró-governamentais sírias informaram à Sputnik que o Exército sírio e suas tropas aliadas tinham recuperado cinco postos de controle na fronteira com a Jordânia. Mais tarde, o Ministério da Defesa russo anunciou a maior vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) nos últimos três anos.


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