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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Coalizão dos EUA deixou de bombardear região de Deir ez-Zor, mas continua em Raqqa

Desde 18 de setembro, a coalizão antiterrorista liderada pelos EUA parou os ataques contra o Daesh na região síria de Deir ez-Zor, mas continua na zona de Raqqa.


Sputnik

Segundo os relatórios publicados, os últimos ataques até hoje na região de Deir ez-Zor foram feitos no dia 18 de setembro.


O combatante das Forças Democráticas Sírias examina o veículo fornecido pela coalizão dos EUA perto a nordeste de Raqqa
Combatentes das Forças Democráticas da Síria e um veículo militar fornecido pela aliança criada pelos EUA para o golpe de estado contra Bashar Assad © AFP 2017/ DELIL SOULEIMAN

Nos dias seguintes, os ataques se realizaram na zona de Raqqa, a chamada "capital" do Daesh na Síria: na segunda-feira – 48 ataques, na terça-feira – 45, na quarta-feira, conforme dados prévios — 14 [os dados estão sendo atualizados].

Além disso, na Síria têm sido efetuados ataques na região das povoações de Abu Kamal.

A suspensão dos ataques na região de Deir ez-Zor coincidiu com a ofensiva bem-sucedida do exército sírio contra a cidade e com a operação para sua libertação. Na segunda-feira, as tropas governamentais sírias, apoiadas pela Força Aeroespacial da Rússia, atravessaram o rio Eufrates na região de Deir ez-Zor, expulsando os militantes de uma série de povoações, e neste momento estão continuando a ofensiva em direção ao leste.

Os grupos curdos e árabes das Forças Democráticas Sírias e a coalizão chefiada pelos EUA estão lançando um assalto ao posto avançado do Daesh no Eufrates – Raqqa. De acordo com uma declaração da coalizão, já mais de metade da cidade foi libertada.

Entretanto, na quarta-feira o representante oficial do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov, anunciou que as Forças Democráticas Sírias e a coalizão dos EUA "pararam a operação da libertação de Raqqa" no contexto do sucesso do exército sírio.

Além disso, ele disse que os meios de controle russos registraram a deslocação de militantes das Forças Democráticas Sírias da província de Raqqa às regiões do norte da província Deir ez-Zor, onde eles "integram sem obstáculos as fileiras dos terroristas do Daesh".


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