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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Como Pyongyang pode mergulhar EUA na escuridão?

O último teste nuclear de Pyongyang, realizado com êxito no último dia 3 de setembro, voltou a reacender a preocupação perante de um hipotético ataque de pulso eletromagnético (EMP) que a Coreia do Norte pode lançar contra os EUA, neutralizando, dessa forma, as redes elétricas norte-americanas, informa o Daily Mail.


Sputnik

O jornal destaca que, após o recente teste de uma bomba de hidrogênio, foi mencionada pela primeira vez a possibilidade de um ataque EMP contra os EUA e que "o pulso provocado por uma explosão em grande altitude pode semear o caos e a destruição" a uma escala "muito pior" que o próprio ataque nuclear.


Kim Jong-un observa o lançamento de um míssil balístico
Kim Jong-un observa o lançamento de um míssil balístico © REUTERS/ KCNA/ via REUTERS/Foto de arquivo

Segundo Pyongyang, se trata de "uma arma termonuclear multifuncional com potência destrutiva que pode ser detonada mesmo a grandes alturas em um ataque superpotente de EMP".

A explosão de uma bomba termonuclear no espaço aéreo dos EUA criaria no país uma onda de pulso eletromagnético que, por sua vez, geraria uma sobrecarga de energia e um apagão das redes elétricas na parte continental do país.

O ex-chefe da Agência Central de Inteligência (CIA), James Woolsey, adverte que esse tipo de ataque deixaria sem eletricidade hospitais, organizações governamentais e civis, assim como todo o tipo de infraestrutura do país. "Eu acho que é a principal e a mais importante e perigosa ameaça para os EUA", declarou o funcionário no passado mês de março para o jornal San Diego Union-Tribune.

"Ficaríamos em um mundo sem fornecimento de alimentos, sem purificação de água, sem sistema bancário, sem telecomunicações e sem medicina. Tudo isso depende da eletricidade de um modo ou de outro", lembrou Woolsey.

Quanto maior for a altitude a que será detonada a bomba, mais amplo será o efeito do EMP. Por exemplo, uma bomba levada a uma altura de 30,5 quilômetros sobre o centro dos EUA afetaria os Estados do Kansas, Nebraska e quase toda a população do Dakota do Sul. Teoricamente, a explosão a uma altitude de 400 quilômetros seria o suficiente para acabar com quase todos os sistemas eletrônicos dos EUA e afetar até mesmo alguns territórios do Canadá e México.

Esta altitude corresponde, aproximadamente, à da órbita da Estação Espacial Internacional (ISS) e de outros satélites terrestres. Pyongyang já mostrou que pode alcançar estas altitudes com seus lançamentos de satélites em 2012 e 2016, e vários especialistas consideram que estes ensaios testaram a trajetória de um eventual ataque de EMP.


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