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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
Sputnik

Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Coreia do Norte ameaça derrubar aeronaves dos EUA que invadam seu espaço aéreo

Seis dias após bombardeiros B-1B dos Estados Unidos sobrevoarem a fronteira entre as duas Coreias, Pyongyang respondeu.


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Por meio de um editorial publicado pela agência de notícias Uriminzokkiri, a Coreia do Norte considerou o ato um episódio "imensamente perigoso e imprudente".


Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte durante as manobras militares
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

"A bravata juvenil e belicista dos Estados Unidos está alimentando a vontade de retaliação entre dezenas de milhões de nossos soldados e civis", afirma o texto. "Nossas forças armadas foram altamente motivadas para derrubar os vôos dos EUA que procurem invadir nossos céus".

De acordo com o Pentágono, o voo dos bombardeiros teve como objetivo mostrar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "tem muitas opções militares para vencer qualquer ameaça". "Esta é uma demonstração da vontade dos EUA", disse Dana White, porta-voz do Pentágono.

Segundo o jornal Korean Times, neste ano os bombardeiros estadunidenses sobrevoaram a península da Coreia por 19 vezes — mas sempre em exercícios conjuntos com a Coreia do Sul. O mais recente voo dos bombardeiros B-1B, todavia, foi realizado de maneira unilateral.

Ainda assim, informa o Korean Times, o presidente sul-coreano Moon Jae-in teria sido avisado e consentido com a missão.


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