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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Coreia do Norte ameaça derrubar aeronaves dos EUA que invadam seu espaço aéreo

Seis dias após bombardeiros B-1B dos Estados Unidos sobrevoarem a fronteira entre as duas Coreias, Pyongyang respondeu.


Sputnik

Por meio de um editorial publicado pela agência de notícias Uriminzokkiri, a Coreia do Norte considerou o ato um episódio "imensamente perigoso e imprudente".


Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte durante as manobras militares
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

"A bravata juvenil e belicista dos Estados Unidos está alimentando a vontade de retaliação entre dezenas de milhões de nossos soldados e civis", afirma o texto. "Nossas forças armadas foram altamente motivadas para derrubar os vôos dos EUA que procurem invadir nossos céus".

De acordo com o Pentágono, o voo dos bombardeiros teve como objetivo mostrar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "tem muitas opções militares para vencer qualquer ameaça". "Esta é uma demonstração da vontade dos EUA", disse Dana White, porta-voz do Pentágono.

Segundo o jornal Korean Times, neste ano os bombardeiros estadunidenses sobrevoaram a península da Coreia por 19 vezes — mas sempre em exercícios conjuntos com a Coreia do Sul. O mais recente voo dos bombardeiros B-1B, todavia, foi realizado de maneira unilateral.

Ainda assim, informa o Korean Times, o presidente sul-coreano Moon Jae-in teria sido avisado e consentido com a missão.


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