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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
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Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Coreia do Norte reforça sua defesa após voo de aviões dos EUA perto de sua fronteira

A Coreia do Norte começou a reforçar suas defesas na costa leste do país, deslocando para a área seus aviões de combate, depois de na semana passada bombardeiros americanos terem sobrevoado uma zona perto da fronteira norte-coreana, informa agência sul-coreana Yonhap.


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De acordo com o Serviço Nacional de Inteligência sul-coreano, Pyongyang não teria levado a cabo nenhuma ação de retaliação contra as aeronaves norte-americanas porque não esperava este tipo de ação por parte de Washington, ou porque teria sido incapaz de agir, já que seus radares não conseguiram detectar claramente a presença dos aviões.


Lançamento de mísseis na Coreia do Norte
Lançamento de foguetes na Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Em 23 de setembro, bombardeiros da Força Aérea norte-americana B-1B Lancer, escoltados por caças, sobrevoaram a costa da Coreia do Norte para exibir poder militar.

A ausência de uma resposta militar por parte de Pyongyang provocou especulações acerca de o país não conseguir manter o seu sistema de radares operacional a 100% por escassez de eletricidade. Outros argumentam que a resposta não foi dada devido ao voo ter sido realizado no espaço aéreo internacional, destaca a Yonhap.

Por sua parte, ontem (25), o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, anunciou que seu país se reserva o direito de derrubar os bombardeiros estratégicos americanos, mesmo que estes se encontrem fora do espaço aéreo norte-coreano.


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