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Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.
EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI &quo…

Coreia do Norte reforça sua defesa após voo de aviões dos EUA perto de sua fronteira

A Coreia do Norte começou a reforçar suas defesas na costa leste do país, deslocando para a área seus aviões de combate, depois de na semana passada bombardeiros americanos terem sobrevoado uma zona perto da fronteira norte-coreana, informa agência sul-coreana Yonhap.


Sputnik

De acordo com o Serviço Nacional de Inteligência sul-coreano, Pyongyang não teria levado a cabo nenhuma ação de retaliação contra as aeronaves norte-americanas porque não esperava este tipo de ação por parte de Washington, ou porque teria sido incapaz de agir, já que seus radares não conseguiram detectar claramente a presença dos aviões.


Lançamento de mísseis na Coreia do Norte
Lançamento de foguetes na Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Em 23 de setembro, bombardeiros da Força Aérea norte-americana B-1B Lancer, escoltados por caças, sobrevoaram a costa da Coreia do Norte para exibir poder militar.

A ausência de uma resposta militar por parte de Pyongyang provocou especulações acerca de o país não conseguir manter o seu sistema de radares operacional a 100% por escassez de eletricidade. Outros argumentam que a resposta não foi dada devido ao voo ter sido realizado no espaço aéreo internacional, destaca a Yonhap.

Por sua parte, ontem (25), o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, anunciou que seu país se reserva o direito de derrubar os bombardeiros estratégicos americanos, mesmo que estes se encontrem fora do espaço aéreo norte-coreano.


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