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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Coreia do Norte reforça sua defesa após voo de aviões dos EUA perto de sua fronteira

A Coreia do Norte começou a reforçar suas defesas na costa leste do país, deslocando para a área seus aviões de combate, depois de na semana passada bombardeiros americanos terem sobrevoado uma zona perto da fronteira norte-coreana, informa agência sul-coreana Yonhap.


Sputnik

De acordo com o Serviço Nacional de Inteligência sul-coreano, Pyongyang não teria levado a cabo nenhuma ação de retaliação contra as aeronaves norte-americanas porque não esperava este tipo de ação por parte de Washington, ou porque teria sido incapaz de agir, já que seus radares não conseguiram detectar claramente a presença dos aviões.


Lançamento de mísseis na Coreia do Norte
Lançamento de foguetes na Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Em 23 de setembro, bombardeiros da Força Aérea norte-americana B-1B Lancer, escoltados por caças, sobrevoaram a costa da Coreia do Norte para exibir poder militar.

A ausência de uma resposta militar por parte de Pyongyang provocou especulações acerca de o país não conseguir manter o seu sistema de radares operacional a 100% por escassez de eletricidade. Outros argumentam que a resposta não foi dada devido ao voo ter sido realizado no espaço aéreo internacional, destaca a Yonhap.

Por sua parte, ontem (25), o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, anunciou que seu país se reserva o direito de derrubar os bombardeiros estratégicos americanos, mesmo que estes se encontrem fora do espaço aéreo norte-coreano.


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