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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
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O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Coreia do Norte reforça sua defesa após voo de aviões dos EUA perto de sua fronteira

A Coreia do Norte começou a reforçar suas defesas na costa leste do país, deslocando para a área seus aviões de combate, depois de na semana passada bombardeiros americanos terem sobrevoado uma zona perto da fronteira norte-coreana, informa agência sul-coreana Yonhap.


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De acordo com o Serviço Nacional de Inteligência sul-coreano, Pyongyang não teria levado a cabo nenhuma ação de retaliação contra as aeronaves norte-americanas porque não esperava este tipo de ação por parte de Washington, ou porque teria sido incapaz de agir, já que seus radares não conseguiram detectar claramente a presença dos aviões.


Lançamento de mísseis na Coreia do Norte
Lançamento de foguetes na Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

Em 23 de setembro, bombardeiros da Força Aérea norte-americana B-1B Lancer, escoltados por caças, sobrevoaram a costa da Coreia do Norte para exibir poder militar.

A ausência de uma resposta militar por parte de Pyongyang provocou especulações acerca de o país não conseguir manter o seu sistema de radares operacional a 100% por escassez de eletricidade. Outros argumentam que a resposta não foi dada devido ao voo ter sido realizado no espaço aéreo internacional, destaca a Yonhap.

Por sua parte, ontem (25), o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, anunciou que seu país se reserva o direito de derrubar os bombardeiros estratégicos americanos, mesmo que estes se encontrem fora do espaço aéreo norte-coreano.


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