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Vários mortos no confronto entres as forças de Maduro e rebeldes armados

Desfecho sangrento aconteceu durante a operação de captura de Óscar Pérez, que está entre os mortos.O piloto sobrevoou prédios do governo com um helicóptero roubado da polícia em junho do ano passado
Maolis Castro e Florantonia Singer | El País

Vários integrantes do grupo liderado pelo ex-policial Óscar Pérez morreram em um confronto com um coletivo – civis armados chavistas – e um comando da Força de Ações Especiais da Polícia Nacional, em que também morreram dois agentes e um militante chavista. Outros cinco membros do grupo foram presos em uma casa na região de El Junquito, no oeste de Caracas. 

O Governo venezuelano confirmou no início desta tarde que o próprio Pérez está entre os mortos. Seu nome se tornou conhecido em junho, quando roubou um helicóptero da polícia e sobrevoou a sede do Supremo Tribunal de Justiça e do Ministério do Interior. Nunca, em 18 anos de chavismo, ocorreu algo parecido na Venezuela.


O ex-inspetor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalística…

Coreia do Norte rejeita novas sanções da ONU e ameaça Estados Unidos

Sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança estabelecem proibição das exportações de produtos têxteis do país e limitam importações de petróleo.


G1


A Coreia do Norte rejeitou nesta terça-feira (12) uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que impôs sanções mais rígidas a Pyongyang, e disse que os Estados Unidos enfrentarão em breve "a maior dor" que já sentiram.

Kim Jong-Un, líder da Coreia do Norte (Foto: Reuters/KCNA)
Kim Jong-Un, líder da Coreia do Norte (Foto: Reuters/KCNA)

O embaixador norte-coreano, Han Tae Song, disse à Conferência de Desarmamento promovida pela ONU, em Genebra: "O regime de Washington disparou um confronto político, econômico e militar, está obcecado com o jogo selvagem de reverter o desenvolvimento de força nuclear pela Coreia do Norte, que já atingiu a fase de finalização".

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) impôs por unanimidade sanções contra a Coreia do Norte na segunda devido ao sexto e mais poderoso teste nuclear do país, em 3 de setembro, estabelecendo uma proibição às exportações de produtos têxteis do país e limitando as importações de petróleo.

Foi a nona resolução de sanções aprovada por unanimidade pelo conselho de 15 membros desde 2006 sobre os programas de mísseis balísticos e nuclear da Coreia do Norte. Os Estados Unidos atenuaram um primeiro esboço de resolução mais rígido para ganhar o apoio de China e Rússia, aliadas de Pyongyang.

"Minha esperança é que o regime ouvirá a mensagem em alto e bom som e escolherá um caminho diferente", disse o embaixador de desarmamento dos Estados Unidos, Robert Woods, no fórum em Genebra, nesta terça.

Ameaças

No domingo (10), o governo norte-coreano divulgou um comunicado com novas ameaças aos Estados Unidos, justamente porque Washington havia pedido que a votação de novas sanções fosse realizada na segunda.

Em texto reproduzido pela agência oficial KCNA, o ministério norte-coreano das Relações Exteriores advertia que se Washington "aplicar esta resolução ilegal sobre um endurecimento das sanções, a Coreia do Norte garantirá que os Estados Unidos paguem o preço".

"As medidas que adotarão vão causar aos Estados Unidos o maior dos sofrimentos e dores de toda a sua história".

"O mundo será testemunha de como a Coreia do Norte dobra os gângsteres americanos lançando uma série de ações mais duras do que se possa imaginar".

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