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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Correspondente da Sputnik sofre bombardeio em Deir ez-Zor, na Síria

Uma bomba explodiu ao lado do veículo do correspondente da Sputnik na cidade síria de Deir ez-Zor. O funcionário da agência saiu ileso, mas os fragmentos do projétil detonados quebraram a janela do carro e danificaram a carroceria.


Sputnik

Durante o tiroteio, o correspondente estava fora do veículo e conversava com oficiais do exército sírio no distrito da cidade de Bhelie. O grupo terrorista Daesh (autodenominado Estado Islâmico) bombardeia diariamente os bairros residenciais de Deir ez-Zor. Em 21 de setembro, sob bombas terroristas, quatro pessoas morreram e mais de dez ficaram feridas com sérios ferimentos.


Um homem é visto perto de dois lançadores múltiplos de foguetes Grad perto de Deir ez-Zor em setembro de 2017
Lançadores múltiplos de foguetes Grad próximos a Deir ez-Zor © Sputnik/ Kamel Saqr

A cidade de Deir ez-Zor esteve sob domínio dos terroristas do Daesh por mais de três anos até que o exército sírio, com a ajuda da aviação russa, conseguiu quebrar o cerco na semana passada.

As hostilidades na Síria já causaram mais de 400 mil mortes, de acordo com estimativas de altos funcionários da ONU.


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