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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Departamento de Estado nega envolvimento dos EUA na morte de general russo na Síria

Os Estados Unidos não apoiam terroristas e não estão ligados à morte do general russo na Síria, disse à Sputnik um representante do Departamento de Estado norte-americano.


Sputnik

"As afirmações de que os EUA apoiam o Daesh [grupo terrorista proibido na Rússia] ou que favoreceram para morte do comandante russo não são baseadas em fatos. Os EUA e a coalizão têm um único objetivo: derrubar o Daesh", disse o representante norte-americano.


Tenente-general russo, Valery Asapov (foto de arquivo)
Tenente-general russo Valery Asapov © Sputnik/ Sergei Krasnoukhov

Segundo ele, Washington continuará utilizando o mecanismo para evitar conflitos com a Rússia. O representante norte-americano também sublinhou que os comentários de altos funcionários russos "não correspondem à verdade, nem ajudam a resolver o assunto".

Na semana passada, como resultado do bombardeio de terroristas perto de Deir ez-Zor, morreu o tenente-general russo, Valery Asapov, que liderava o grupo de conselheiros militares russos. Mais tarde, o vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, afirmou que a morte de Asapov é o preço pago pela Rússia devido à posição dupla dos EUA em relação à regularização da crise na região.

A chancelaria russa disse que, embora Washington afirme estar interessada em liquidar o Daesh, suas ações indicam o contrário. Nomeadamente, na semana passada, o Ministério da Defesa russo publicou fotos aéreas de zonas perto de Deir ez-Zor, controladas pelos terroristas. Nas fotos há veículos blindados norte-americanos que estão em serviço das forças especiais dos EUA.

Segundo o ministério, as forças especiais dos EUA estão deslocadas em pontos de apoio que anteriormente foram equipados pelos terroristas. É de notar que ao redor das instalações não há vestígio algum de ataque, tampouco de confrontos com os terroristas ou crateras provocadas por ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos EUA.

Por sua vez, Moscou apelou aos EUA para que provem na prática seu compromisso de combater o terrorismo na Síria.


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