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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Diplomata norte-americano: EUA e Coreia do Norte realizam negociações não oficiais

Os EUA estão envolvidos em negociações não oficiais com representantes da Coreia do Norte, mas elas ainda não trouxeram êxitos diplomáticos, disse Thomas Pickering, ex-vice-secretário de Estado dos EUA para questões políticas e ex-embaixador dos EUA na Rússia.


Sputnik

A diretora-geral do departamento para os EUA do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Choe Son-hui, informou em maio sobre um encontro com Thomas Pickering, não excluindo a possibilidade de contatos bilaterais com os EUA.


Homem assiste à transmissão de notícias que mostra o presidente norte-americano Donald Trump e líder norte-coreano Kim Jong-un
Donald Trump e Kim Jong-un © AP Photo/ Ahn Young-joon

"Sem referências e confirmações do encontro, acho que é evidente que estamos envolvidos em negociações não oficiais com os norte-coreanos, das quais eles falam […] É de desejar que elas sejam úteis. Entretanto, essas negociações não levaram a um avanço diplomático instantâneo", disse Pickering.

Ele sublinhou que os contatos não oficiais são "úteis para compartilhar ideias e abrir novas portas para novos rumos de reflexão sobre os problemas. Não é uma tentativa de substituir os governos, é uma tentativa de ajudá-los a entender a situação quando não há contatos diretos [entre os governos dos dois países]", explicou o diplomata norte-americano.

Anteriormente, o canal de televisão japonês NHK informou que foi realizada uma reunião "secreta" na Suíça entre representantes da Coreia do Norte e dos EUA. A reunião colocou frente a frente Choe Kang-il, vice-diretor-geral de Assuntos Norte-Americanos no Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, e Evans Revere, ex-vice-secretário adjunto do Departamento de Estado dos EUA. O canal não conseguiu saber os temas do encontro, mas é "provável" que o aumento das tensões entre os dois países tenha estado no centro das conversas.

Na madrugada de 15 de setembro, a Coreia do Norte realizou mais um lançamento de um míssil balístico dos arredores de Pyongyang em direção ao Japão. Em 3 de setembro as autoridades da Coreia do Norte anunciaram um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio. Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, por unanimidades, novas sanções contra a Coreia do Norte, que limitarão de modo significativo as importações e as exportações de Pyongyang. A Resolução 2375 estabeleceu o regime mais rigoroso de sanções da ONU no século XXI.


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