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Vários mortos no confronto entres as forças de Maduro e rebeldes armados

Desfecho sangrento aconteceu durante a operação de captura de Óscar Pérez, que está entre os mortos.O piloto sobrevoou prédios do governo com um helicóptero roubado da polícia em junho do ano passado
Maolis Castro e Florantonia Singer | El País

Vários integrantes do grupo liderado pelo ex-policial Óscar Pérez morreram em um confronto com um coletivo – civis armados chavistas – e um comando da Força de Ações Especiais da Polícia Nacional, em que também morreram dois agentes e um militante chavista. Outros cinco membros do grupo foram presos em uma casa na região de El Junquito, no oeste de Caracas. 

O Governo venezuelano confirmou no início desta tarde que o próprio Pérez está entre os mortos. Seu nome se tornou conhecido em junho, quando roubou um helicóptero da polícia e sobrevoou a sede do Supremo Tribunal de Justiça e do Ministério do Interior. Nunca, em 18 anos de chavismo, ocorreu algo parecido na Venezuela.


O ex-inspetor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalística…

Em meio à crise dos Rohingya, Israel fornece armas a Mianmar

Segundo a agência de notícias Middle East Eye, Israel está pondo lenha na fogueira com a venda de armamento ao governo de Mianmar, o que dificulta e muito a crise enfrentada pelo país. A informação foi divulgada justamente no momento em que o conflito está ganhando força.


Sputnik

Segundo a agência de notícias Middle East Eye, Israel está pondo lenha na fogueira com a venda de armamento ao governo de Mianmar, o que dificulta e muito a crise enfrentada pelo país. A informação foi divulgada justamente no momento em que o conflito está ganhando força. 


Muçulmanos de origem rohingya (foto de arquivo)
Muçulmanos de origem rohingya (foto de arquivo) © REUTERS/ SIMON LEWIS

De acordo com grupos de direitos humanos e autoridades de Mianmar, Israel forneceu mais de 100 tanques, barcos a motor e muitas usadas, que são usados pelos militares de Mianmar contra os muçulmanos Rohingya.

O jornal israelense Haaretz informou que, nesta quarta-feira (6), as negociações de armas entre Tel Aviv e Yangon estão em marcha a todo o vapor, apesar dos embargos da ONU e da UE sobre a venda de armas ao país.

Enquanto isso, o Supremo Tribunal de Justiça de Israel se prepara para considerar uma petição de ativistas que pedem ao governo para impedir qualquer exportação de armas para Mianmar.

A petição foi enviada em janeiro, depois de a delegação das autoridades israelenses terem visitado Yangon para negociar o fornecimento das mesmas ao país em crise.

Porém, Israel não é o único país a fornecer armas para Mianmar.

"No ano passado, o governo do Reino Unido gastou mais de 300.000 libras (R$ 1,2 milhão) dos impostos dos contribuintes para treinar os militares de Mianmar, cujo comandante-chefe, general Min Aung Hlaing, foi bem recebido pelos chefes militares da UE para firma a venda de armas e treinamento", afirmou Penny Green, diretor da Iniciativa Internacional de o Crime de Estado, da Universidade londrina de Queen Mary, citado pelo portal de notícias on-line The Middle East Eye.

Nesta terça-feira (5), o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou para que Mianmar suspenda as supressões violentas contra muçulmanos de origem Rohingya, sendo que mais de 120 mil pessoas desta descendência foram forçadas a fugir para o país vizinho, Bangladesh.

O conflito em Mianmar que ganhou seu segundo fôlego em agosto de 2017, na verdade é uma crise bastante longa: o conflito antigo entre budistas e muçulmanos do país tem sua origem no século XIX.

O último conflito entre os budistas de Mianmar e os muçulmanos Rohingya, que foram amplamente vistos em Mianmar como recém-chegados e proscritos, entrou em erupção no estado de Rakhine em agosto e provocou uma onda de protestos em todo o mundo devido ao uso desproporcional da força pelo governo do país.


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